terça-feira, 15 de agosto de 2017

A CORRUPÇÃO DA BOLIVARIANA DO PT





A senadora Gleisi Hoffmann não é apenas a representante legal do Partido dos Trabalhadores – enquanto presidente da legenda da estrela rubra. Gleisi é hoje o retrato mais bem acabado do fosso profundo em que se embrenhou a sigla. Como irmãos siameses, ambos podem ser facilmente confundidos. Cordeiro só na epiderme de porcelana, Gleisi é como o PT dos últimos tempos: posa de tolerante, mas nunca apresentou-se tão autoritária. Finge-se de democrata, mas não hesita em franquear apoio a ditaduras – como a instaurada por Nicolás Maduro, na Venezuela. Alega ser vítima de perseguição política, mas é quem melhor encarna o papel de algoz de parcela dos brasileiros. Arvora-se paladina da ética, mas é constantemente flagrada com as mãos sujas da corrupção. É a tal cegueira mental de que falava José Saramago: consiste em estar no mundo e não ver o mundo, ou só ver dele o que for suscetível de servir aos seus interesses.

Na última semana, a Polícia Federal concluiu um contundente relatório em que imputa a Gleisi os crimes de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro. O relatório congrega laudos técnicos, registros de telefonemas, planilhas e trechos de delações de executivos da Odebrecht e de sócios de uma agência de publicidade da qual a petista se valeu para receber propina. A partir dos documentos é possível traçar o caminho do dinheiro até Gleisi Hoffmann. Uma das planilhas em poder da PF indica as datas de oito pagamentos de R$ 500 mil cada para a campanha de “Coxa” ao Senado em 2014. Segundo a delegada Graziela Machado “existem elementos suficiente a confirmar que o codinome Coxa se refere a Gleisi Helena Hoffmann”. O esquema envolveu também o Ministro do Planejamento no governo Lula e das Comunicações no governo Dilma, Paulo Bernardo – marido de Gleisi e que chegou a preso por desviar recursos de empréstimos concedidos a servidores públicos aposentados. O conjunto de desembolsos à petista perfaz um total de R$ 4 milhões, mas os colaboradores chegaram a mencionar repasses de R$ 5 milhões apenas no ano de 2014.

A apuração começou em fevereiro de 2016, quando a PF apreendeu documentos na residência de Maria Lúcia Tavares, secretária do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, o já famoso departamento de propinas da empresa. Em dezembro do ano passado, três executivos da Odebrecht detalharam as anotações apreendidas pela PF e as mensagens de correio eletrônico relacionadas a Gleisi e ao codinome “Coxa”: o presidente do grupo, Marcelo Odebrecht, o da unidade infraestrutura, Benedicto Júnior, e o diretor da empresa na região Sul, Valter Lana. Segundo a PGR, o trio narrou “diversos repasses financeiros” nos anos eleitorais de 2008, 2010 e 2014, por solicitação direta de Paulo Bernardo. De acordo com Odebrecht, o acerto para pagar Gleisi passou pelas mãos do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci, hoje preso em Curitiba.


O advogado do casal Rodrigo Mudrovitsch disse à ISTOÉ que as informações levantadas “não autorizam” as conclusões dos investigadores. A PF, no entanto, é taxativa: “Há elementos suficientes para apontar a materialidade e autoria dos crimes de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro praticados pela senadora, seu então chefe de gabinete, Leones Dall Agnol e seu marido, Paulo Bernardo da Silva. Os autos também comprovam que a parlamentar e seu marido, juntamente com Benedicto Barbosa da Silva Júnior e Valter Luiz Arruda Lana, foram responsáveis pelo cometimento de crime eleitoral”. Agora, o destino de Gleisi está nas mãos da Procuradoria-Geral da República, a quem caberá pedir ou não seu indiciamento ao relator do caso no Supremo Tribunal Federal, o ministro Edson Fachin.



Espelho de um PT que deixou as bandeiras históricas de lado para enveredar pelo caminho da indigência moral, Gleisi é alvo da Lava Jato desde os primórdios da investigação. Na ocasião, os policiais descobriram que ela recebera R$ 1 milhão em propinas desviadas da estatal. Para emitir sua versão sobre esse processo em particular, no qual é ré, a senadora será interrogada pela Justiça no próximo dia 28, ao lado do marido Paulo Bernardo. É possível que o julgamento ocorra ainda este ano. O dinheiro, neste caso, foi repassado por doleiros. Seria apenas o fio de um extenso novelo que implicava o até então casal mais influente da Esplanada. A propina era desviada para um escritório de advocacia de Curitiba por meio de uma operação dissimulada: a Consist, empresa originalmente de software, fazia de conta que pagava pelos serviços advocatícios e, sem deixar digitais, os advogados bancavam as despesas do casal. Um dos sócios, o advogado Sasha Reck, depois de acusado de envolvimento na falcatrua, resolveu se mexer. Encomendou uma auditoria independente nas contas do escritório e descobriu aquilo que a Polícia Federal não levaria muito tempo para entender: o contrato de serviços jurídicos com a Consist era de fachada. A empresa também operou no Ministério do Planejamento e irrigou as contas do PT, por meio do ex-tesoureiro João Vaccari — razão pela qual Bernardo amargou seis dias na prisão, em 2016.



“O PT manifesta seu apoio e solidariedade ao governo do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), seus aliados e ao presidente Maduro, frente à violenta ofensiva da direita contra o governo da Venezuela”

“Gostando-se ou não de Maduro, ele tem legitimidade, foi eleito na urna, o que não é o caso de quem governa o Brasil”

“Temos a expectativa que a Assembléia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da revolução bolivariana e que as divergências políticas se resolvam de forma pacífica”
“A vitória da Assembleia Constituinte demonstra claramente que é possível enfrentar e derrotar as novas táticas eleitorais e golpistas da direita”

“No Brasil também defendemos uma Constituinte para implantar as reformas”
Como é possível notar, Gleisi e PT sempre tiveram tudo a ver. Hoje, suas conveniências entrelaçam-se mais do que nunca. Em junho, Gleisi conquistou a presidência do partido com 60% dos votos dos delegados. Em sua primeira declaração, disse que o partido não iria fazer autocrítica de seus atos escabrosos “porque não contribuiria para fortalecer o discurso dos adversários”. “Não somos organização religiosa, não fazemos profissão de culpa, tampouco nos açoitamos. Não vamos ficar enumerando os erros que achamos para que a burguesia e a direita explorem nossa imagem”, discursou Gleisi. Em seguida, na mesma toada de seu padrinho mais ilustre, o ex-presidente Lula, a senadora petista passou a dourar outra narrativa: a de vítima. Foi para exercitá-la que “Coxa” foi guindada ao posto também com a bênção de José Dirceu. Em recente reunião em sua residência, o ex-capitão do time de Lula assim classificou a petista: “Ela é orgânica e focada”.

Além de se esgueirar dos avanços da PF sobre ela, o foco da presidente petista, ultimamente, consiste em tecer loas ao regime ditatorial de Nicolás Maduro, na Venezuela. No PT, a senadora é quem entoa com mais vigor o discurso pró-Maduro. Desde o início da repressão, Gleisi deu toda sorte de demonstrações de solidariedade ao governo venezuelano. No último Congresso do PT, por exemplo, recebeu uma delegação da embaixada venezuelana. Presente ao evento, o ex-presidente Lula não mencionou o tema, como era aguardado, uma vez que na campanha eleitoral ele havia gravado um vídeo em favor de Maduro. Razão: ele e outros petistas seriam contra a Constituinte, em dissonância com o que tem pregado Gleisi. No partido, no entanto, há quem diga tratar-se de uma estratégia. Enquanto Lula é poupado da exposição a um tema para lá de delicado, caberia a presidente do PT, por assim dizer, o “serviço sujo” — o qual ela pratica com convicção e impressionante entusiasmo.

PT ajudou a bancar a ditadura de Maduro

De 2006 a 2014, os governos de Lula e Dilma financiaram, por meio do BNDES, importantes projetos na Venezuela



Sem segredo

Ao abrir o 23º encontro do Foro de São Paulo, dia 16 na Nicarágua, a presidente do PT declarou, em nome do partido, apoio ao governo do Partido Socialista Unido da Venezuela. “O PT manifesta o seu apoio e solidariedade ao PSUV, seus aliados, e ao presidente Nicolás Maduro, frente à violenta ofensiva da direita pelo poder na Venezuela. Temos a expectativa de que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da revolução bolivariana e que as divergências políticas se resolvam de forma pacífica”, disse. O endosso da Constituinte feito por Gleisi carrega um outro significado: escancara o desejo irrefreável do PT de executar um programa bolivariano no País. Nos 13 anos em que esteve no poder foram inúmeras as tentativas de aplicá-lo, sem sucesso devido à solidez de nossas instituições. Mas o programa de censura a meios de comunicação e perseguição a adversários políticos, caso o partido retorne ao poder, já não constitui mais um segredo de polichinelo no PT, a julgar pelos recentes discursos de Lula.

Independentemente das reais intenções, o apoio à ditadura de Maduro representa, sem sombra de dúvida, a página mais vergonhosa da história do Partido dos Trabalhadores e, consequentemente, de Gleisi. O que se vê por lá é uma catástrofe humanitária sem precedentes. Os números são eloquentes, por desoladores. Em quatro Estados daquele País, a desnutrição infantil já alcança 20% das crianças com menos cinco anos de idade. O País amarga ainda a segunda maior taxa de homicídios do mundo. O índice de assassinatos em Caracas é 14 vezes maior que o de São Paulo, por exemplo. A inflação projetada para este ano é de 2.200%. Para se manter a qualquer custo no poder, Maduro apela para a violência extrema. Só nas últimas semanas, a guerra civil conflagrada no País deixou um saldo de mais de 100 mortes. É para ele que Gleisi bate palmas. Para justificar essa cumplicidade, os petistas, Gleisi à frente, praticam uma desonestidade intelectual: cada denúncia contra o regime é encarada como parte de uma campanha da CIA ou da imprensa “golpista”. Nada mais falso. São os órgãos internacionais de defesa dos direitos humanos, nos quais se escudaram a esquerda latino-americana no passado, quem mais apontam para os descalabros venezuelanos. “Na Venezuela toda a gama de direitos humanos é violentada. Direitos econômicos, sociais, culturais. As liberdades fundamentais, o direito à associação, a liberdade de expressão. Está havendo um contexto repressivo e militarizado diante das demonstrações de descontentamento social, no qual, além disso, são feitas detenções arbitrárias como ferramenta de controle, de calar as vozes da dissidência”, afirmou recentemente Erika Rivas, diretora da Anistia Internacional para as Américas.

Não foram apenas as afinidades eletivas que levaram Gleisi a alcançar a presidência do PT. A senadora se cacifou para assumir o partido quando passou a adotar a postura de líder da tropa de choque de Lula e Dilma no Senado. Na verdade, começava ali a manchar publicamente a própria biografia. Depois do impeachment, para deleite do petismo, ela transformou sua atividade parlamentar em sinônimo da política do quanto pior melhor, promovendo uma oposição inconsequente que em nada contribui para o avanço do País. A postura da presidente do PT ecoou entre os eleitores. Recentemente, Gleisi conversava com um jornalista quando foi abordada por uma cidadã: “Oi, Gleisi, você já está preparada para ser presa?”, perguntou. Ao que a petista replicou com uma resposta atravessada. “Não, querida, mas você pode ir”. Resultado: abriu o flanco para tomar outra invertida. “Eu não. A bandida aqui não sou eu”, sapecou a mulher. O diálogo foi gravado e viralizou nas redes sociais. Internamente no partido, a atitude intempestiva da senadora não foi bem recebida. Houve quem recomendasse recato, no momento em que a sigla experimenta a maior crise de sua história. Ela não aquiesceu.

O PT a conhece bem

Outro motivo de desgaste interno é a maneira imprudente, para dizer o mínimo, com que Gleisi sempre escolheu seus assessores mais próximos. Seu mais lamentável intento foi nomear Eduardo Gaievski (PT/PR) para trabalhar no gabinete contíguo o da presidente deposta Dilma Rousseff (PT), quando ela era ministra da Casa Civil. E, pasme, como responsável pelas políticas da Presidência para Jovens e Adolescentes. Gaievski não tem currículo. Ostenta uma ficha corrida de dar calafrios. Hoje ele é acusado de crimes sexuais, sendo a maior parte deles contra menores. Na sequência, Gleisi escolheu o deputado André Vargas (PT/PR) para chefiar sua campanha ao governo do Paraná, para depois ter de afastá-lo pelo envolvimento com o doleiro Alberto Youssef e o ex-Diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em fraudes investigadas pela PF. A petista não pode alegar que desconhecia a face mais obscura de Vargas. Em 1998, ele foi indiciado por desvio de R$ 14 milhões da Prefeitura de Londrina (PR) para abastecer o caixa 2 da campanha a deputado do seu marido Paulo Bernardo. Na verdade, ela o conhecia muito bem. E era por isso que ele estava lá. É como ela própria, Gleisi: é por conhecê-la a fundo que o PT a alçou ao comando máximo da legenda.

Os malfeitos de Gleisi

– A senadora Gleisi Hoffmann é investigada no STF por ter recebido R$ 1 milhão em propinas da Odebrecht para sua campanha ao Senado em 2010
– No próximo dia 28, ao lado do marido Paulo Bernardo, Gleisi estará sentada no banco dos réus para dar sua versão sobre o caso
– O dinheiro era repassado a Gleisi por doleiros. A propina era desviada por um escritório de advocacia de Curitiba
– O casal Gleisi e Paulo Bernardo usava a empresa de software Consist para simular o pagamento de serviços advocatícios. Na verdade, era por meio dela que o casal tinha suas contas pessoais bancadas. A Consist também mantinha polpudos contratos com o Ministério do Planejamento, comandado por Paulo Bernardo durante o governo Dilma
– No departamento de propinas da Odebrecht foram encontradas planilhas de três repasses de R$ 150 mil cada, no total de R$ 450 mil, feitos à Coxa, o codinome de Gleisi. Os pagamentos foram feitos entre 2008 e 2010
– A senadora está sendo julgada na Comissão de Ética do Senado por quebra de decoro, ao invadir a mesa diretora do Senado, em 11 de julho deste ano. - Transcrito da Revista Isto É -via jbf -

O BRASIL PECISA DE GESTOR E NÃO DE POLÍTICOS  


  




Magno Martins


Cria do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o prefeito da capital paulista, JOÃO DÓRIA, também de linhagem tucana, é mais um caso da velha política em que a criatura se rebela contra o criador. Picado pela mosca azul, o aspirante palaciano resolveu antecipar a briga interna no partido com o próprio Alckmin empreendendo uma maratona de viagens pelo País.

Ontem, em Tocantins, foi recebido aos gritos de “PRESIDENTE”. Posso até estar errado, mas Dória é a cara da elite paulistana, encarna a imagem dos empresários gulosos da poderosa Fiesp. É tudo que o ex-presidente Lula deseja como adversário. A própria cara dele remete a um almofadinha. Fala uma linguagem distante do povão, sem apelo, sem eco nas almas que engrossam as filas abaixo da linha de pobreza no País.

Embora na linguagem convencional seja uma espécie de picolé de chuchu, sem gosto e sem apelo, o governador Geraldo Alckmin tem uma trajetória de sucesso como gestor público. Ninguém governa por quatro vezes o maior Estado do País se não tiver uma longa folha de serviços prestados, ações voltadas para a grande maioria da população. Tanto isso é verdade que a própria vitória de Doria, no primeiro turno frente a Fernando Haddad, é fruto do apelo do seu Governo bem aprovado.

DORIA ESTÁ NA ESTRADA, LONGE DO SEU GABINETE EM SÃO PAULO, PORQUE EXISTE UM VÁCUO NA CENA ELEITORAL DE 2018 DIANTE DO TAMANHO ESTRAGO PROVOCADO PELA LAJA JATO E, CONSEQUENTEMENTE, O DESERTO DE NOVAS LIDERANÇAS, CAPAZES DE GERAR NA SOCIEDADE CONFIANÇA E ESPERANÇA. MAS TODO MUNDO TEM O DIREITO DE SONHAR. QUEM NÃO SONHA, PERDE A RAZÃO DE VIVER.

Difícil, entretanto, será Doria convencer de que sua postulação não está remetida à traição ao projeto do seu criador, que tem muito mais chão e envergadura. Tem uma frase do Padre Fábio de Melo que se aplica perfeitamente a esta situação que Alckmin administra com o prefeito carimbado pelo seu poder em São Paulo: “Traição é igual a um consórcio: um dia você será contemplado”. Que o governador paulista possa despertar, antes que seja tarde. -  A manchete e as imagens não fazem parte do texto original -



PITACO DO BLOG CHUMBO GROSSO: - O EXCELENTE PREFEITO DE SÃO PAULO, JOÃO DORIA, CARREGA A FAMA DE ÓTIMO GESTOR PÚBLICO PAUTADO PELA ÉTICA E PELA EFICIÊNCIA. EM 2018, DORIA  SERÁ O DESTRUIDOR DE VAGABUNDOS DO PT!!!



segunda-feira, 14 de agosto de 2017

LULA VOLTA A DIZER BESTEIRAS...





O ex-presidente Lula participou na última sexta-feira (11) de um ato “em defesa do estado democrático de direito” na Universidade Federal do Rio de Janeiro ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff e de militantes de esquerda. Mais uma vez, o ex-presidente disse uma SÉRIE DE BOBAGENS sobre o processo em que foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Confira: “SE UM JUIZ QUER VOTAR DE ACORDO COM A OPINIÃO PÚBLICA, QUE ELE MESMO ESTÁ AJUDANDO A CONSTRUIR POR MEIO DA IMPRENSA, POIS ENTÃO QUE LARGUE A SUA TOGA E VÁ SER DEPUTADO ESTADUAL OU FEDERAL”. “NENHUM RÉU PODE ESTAR ACIMA DA LEI, MAS TAMBÉM NENHUM JUIZ ESTÁ ACIMA DA LEI”. “ELES (SEUS ADVERSÁRIOS) TÊM QUE TRABALHAR MUITO PARA NÃO DEIXAR QUE EU VOLTE A SER CANDIDATO. PORQUE, SE EU FOR CANDIDATO, VOU GANHAR (A ELEIÇÃO) E FAZER A REGULAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NO BRASIL”. “QUE DIREITO TEM UM JUIZ DE CONTAR UMA MENTIRA E DIZER QUE EU ROUBEI? SE ELES TÊM CORAGEM DE DIZER QUE EU ROUBEI, EU TENHO CORAGEM DE DIZER QUE ELES TALVEZ TENHAM FEITO COISA PIOR”. “SE O MINISTÉRIO PÚBLICO E A POLÍCIA FEDERAL PROVAREM UM REAL MEU QUE NÃO TENHA SIDO GANHO HONESTAMENTE, EU VOLTO AQUI E PEÇO DESCULPAS. TENHO CONSCIÊNCIA DE QUE O JUIZ SÉRGIO MORO NÃO É MAIS HONESTO QUE EU. EU NÃO TENHO QUE PROVAR MINHA INOCÊNCIA, ELES É QUE TÊM QUE PROVAR A MINHA CULPA”. “O que eles não se conformam é que a gente criou um programa chamado Minha Casa, Minha Vida e deu casa própria para o povo. Eles não se conformam que nós criamos o ProUni e colocamos mais de 2 milhões de jovens na universidade. O que eles não se conformam é que nós colocamos o jovem pobre para estudar. Querem nos condenar porque fizemos 472 escolas técnicas, enquanto eles só fizeram 140”. COM ESSE TIPO DE DISCURSO, É DIFÍCIL O EX-PRESIDENTE VOLTAR AO PALÁCIO DO PLANALTO PORQUE NÃO CONVENCE NINGUÉM. texvo gentilmenve roubado Lá  no blog de Inaldo Sampaio -

domingo, 13 de agosto de 2017

PRIMAVERA BURRA


Guilherme Fiúza

A tal denúncia redentora contra o presidente foi feita pelo procurador-­geral da República, Rodrigo Janot – um personagem do qual você ainda vai ouvir falar muito. Janot é herdeiro do sucesso da Operação Lava Jato, um arrastão virtuoso contra a corrupção montada no coração do Estado brasileiro pelo PT. O detalhe é que esse mesmo procurador-geral protegeu quanto pôde os maiores caciques desse mesmo PT contra essa mesma Lava Jato – conseguindo, por exemplo, a façanha de evitar que a investigação de Dilma Rousseff fosse autorizada no exercício do mandato presidencial, quando uma torrente de evidências do petrolão apontava sua responsabilidade nos movimentos da quadrilha.

Já quanto a Michel Temer, Janot produziu uma denúncia em tempo recorde, a partir de uma delação obscura do tubarão das carnes anabolizado pelo BNDES de Lula – aquele que nomeou o procurador, sendo devidamente refrescado por ele enquanto pôde.

Na tese bombástica de Joesley Batista, abraçada instantaneamente por Janot sem a devida participação da Polícia Federal ou mesmo da força-tarefa da Lava Jato, Temer é o chefão de toda a quadrilha – “a mais perigosa do país”, nas palavras dramáticas do açougueiro encampadas por Janot. Naturalmente o Brasil que ainda tem algum juízo não caiu nessa – porque acreditar que aquele vice obscuro e decorativo de Dilma mandava e desmandava em Lula, Dirceu e companhia era um pouco demais. No entanto, essa literatura malpassada e gordurosa foi homologada, também em tempo recorde, pelo companheiro Edson Fachin – ministro do STF que subia em palanques eleitorais de Dilma Rousseff, a presidente afastada.

Pois bem: nessa denúncia que despertou o gigante para o brado cívico dos 342 votos contra o mordomo do mal, está escrito que Temer patrocinou um “cala a boca” a Eduardo Cunha, o Darth Vader do PMDB. O detalhe é que não há sequer vestígios demonstrando o tal patrocínio, apenas uma interpretação livre e imaginativa do companheiro Janot. Você ainda vai ouvir falar muito dele.

A denúncia fatídica também traz a alegação de que Temer levou grana para mandar o Cade favorecer a JBS, do companheiro Joesley. Com outro pequeno detalhe tríplice: o suborno ao intermediário de Temer resultaria mais caro que a vantagem a ser obtida (!); a “operação controlada” misteriosamente não seguiu o dinheiro até Temer; e o Cade (oh, não!) recusou a vantagem pretendida pela JBS...

Essa é a denúncia histórica que mobilizou o gigante pela nova campanha da moralidade no país. Como pano de fundo, temos o governo intrigante do mordomo, que enxotou todos os ladrões da Petrobras bancando na presidência da empresa um executivo que não transige com falcatrua. Medida estranha para um chefão supremo de quadrilha. Enquanto isso, o ex-presidente da empresa que obedecia ao PT é preso pela Lava Jato.

Vá montando o quebra-cabeça aí, querido gigante. Aliás, seu último grande despertar foi em junho de 2013, na chamada Primavera Burra – que não fez nem cócegas no governo que estava arrancando as suas calças. Quer saber? Durma bem, gigante!



sábado, 12 de agosto de 2017

LEONARDO DICAPRIO, O REGRESSO DO CAWBOY


Por Altamir Pinheiro


De um modo geral, tudo que o brasileiro sabe sobre Leonardo DiCaprio é que ele teve um relacionamento com a modelo brasileira Gisele Bündchen e fez muito sucesso como protagonista de “TITANIC”. Na verdade, pouca gente sabe que ele  possui o mesmo pantim ou frescura do rei Robero Carlos, pois DiCaprio sofre de TOC, transtorno obsessivo compulsivo. Também possui o mesmo pantim da eterna presidenciável Marina Silva, por ser  ferrenho defensor das florestas. Como ambientalista engajado, ele criou uma fundação com seu nome para apoiar ações sustentáveis. O ator também é membro das associações Natural Resources Defens e Global Green USA e ajudou a produzir o documentário “A ÚLTIMA HORA”, que trata das mudanças climáticas. De resto, Fora do cinema, Leonardo é engajado em causas sociais. Faz questão de ajudar financeiramente  crianças em Moçambique e colaborou e muito com donativos para  com as vítimas do terremoto no Haiti.


No campo cinematográfico, dos filmes de bang bang que DiCaprio participou, RÁPIDA E MORTAL  é um Western de grande orçamento e elenco de estrelas, encabeçado por SHARON STONE. A sinopse nos mostra que há muito Humor e violência no estilo dos quadrinhos. Sharon é Ellen, mulher misteriosa que chega ao lugarejo armada até os dentes e doida por vingança. Ela quer matar o poderoso Harold (Gene Hackman) que tornou sua vida um inferno. E um DUELO entre os dois é o ponto alto do filme que reúne todos os personagens e situações típicos do gênero. E como protagonistas destaques para Leonardo DiCaprio(com apenas 22 anos) e Woody Strode. Este faroeste tem duas preciosas curiosidades. A primeira é que,  SHARON STONE pagou o salário de Leonardo DiCaprio de seu próprio cachê, para que ele pudesse ser incluído no elenco. Quanto  à segunda, lamentavelmente,  foi o último filme do extraordinário negão Woody Strode.


 No ano de 2012, o polêmico diretor Quentin Tarantino filmou DJANGO LIVRE(Django Unchained), O elenco all-star de “Django Unchained” reúne os galãs na telona o NEGÃO JAMIE FOXX como o Django Negro e Leonardo Di Caprio. Conforme nos confirma o cineclubista  Darci Fonseca, O western de Tarantino foi filmado nas conhecidas locações de Alabama Hills, onde cavalgaram astros da Republic Pictures como Roy Rogers, Rocky Lane, Rex Allen e também muitos outros mocinhos como Randolph Scott, Audie Murphy e Rod Cameron. A história de “Django Unchained ou DJANGO LIVRE” fala de um escravo que após ser libertado torna-se caçador de recompensas e sai em busca de sua esposa que está na companhia de um latifundiário no Mississippi.

O filme DJANGO LIVRE que  tem uma longa duração de 2h.45m, não deixa de contar com homenagens de Tarantino aos spaghetti western, como a bem-vinda presença do ATOR ITALIANO FRANCO NERO(75 anos), o primeiro Django do cinema, além das marcas registradas do cineasta, como sequências extremamente violentas, diálogos ácidos e engraçados e uma trilha sonora impecável. "Django Livre" mostra que Quentin Tarantino refina, a cada filme, seu modo particular de contar histórias. Desde já, um clássico. Porem, o CALO do filme diz respeito ao tema explorado pelo diretor  Tarantino: ESCRAVIDÃO... O fato é que falar de escravidão nos Estados Unidos é mexer num vespeiro. As questões raciais permanecem um tema delicado e, por causa de Tarantino, o assunto voltou a ser debatido na mídia norte-americana. De acordo com o cineasta, a preocupação em encenar o cotidiano dos escravos com atores locais só passou após uma conversa com SIDNEY POITIER, o primeiro artista negro a ganhar um Oscar. Na ocasião, Poitier disse ao diretor que ele "NÃO PODERIA TER MEDO DO PRÓPRIO FILME".


O mais novo filme de faroeste estrelado por Leonardo DiCaprio, chama-se O REGRESSO. O filme traz o ator cinco vezes indicado ao Oscar no papel de um  guarda de fronteiras. A trama narra uma história real ambientada no velho oeste dos Estados Unidos no início do século 19. O trabalho do diretor Alejandro Gonzalez é chumbo grosso, duro na queda e muito violento. Recebeu a classificação indicativa R nos Estados Unidos, o que significa que o filme É PROIBIDO para menores de 17 anos desacompanhados dos pais ou responsáveis. Trata-se da segunda maior restrição possível que um filme pode receber, atrás apenas da classificação NC-17 (proibido para qualquer menor de 17 anos), geralmente reservada para filmes adultos.


Em 2016, no auge dos seus 41 anos com inúmeros filmes memoráveis, pois com o violento faroeste/aventura O REGRESSO,  DiCaprio, finalmente, saiu como o vencedor do Oscar de melhor ator. Ele nunca tinha conseguido levar a estatueta de melhor ator, apesar de ter sido indicado por 5 vezes. Faltava O REGRESSO na vida dele. O filme que levou o Oscar de melhor fotografia e melhor diretor deu o inédito Oscar para Leonardo DiCaprio, por sinal merecidíssimo. Uma das melhores atuações do DiCaprio em toda sua história no cinema. Filme Fantástico, maravilhoso, forte, obra prima, bem dirigido, bem fotografado. Inspirado em eventos reais, o filme prende o espectador do inicio até o fim. A cena de DiCaprio enfrentando o urso cinzento deixa a plateia completamente paralisada, em choque, é muito forte. Destaque para as expressões faciais apavorantes deste bom ator que  é de uma maestria espetacular, donde, sem perceber quem assiste ao filme começa a viver o personagem.


 Assista ao vídeo de apenas 3 minutos daquele momento mágico que todos esperavam e finalmente aconteceu. Leonardo DiCaprio venceu seu primeiro Oscar em 2016, por sua atuação como o protagonista de "O REGRESSO". Esta foi a quinta indicação por atuação que o ator recebeu - a primeira aconteceu em 1994, por seu papel de coadjuvante em "Gilbert Grape: aprendiz de sonhador". Ele também foi indicado como melhor ator por papéis em "O aviador" (2004), "Diamante de sangue" (2006) e "O lobo de Wall Street" (2013).


https://www.youtube.com/watch?v=1aKIG6TcpV8


 


 


 

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

VEREADOR LUIZ LEITE SOLICITA RETIRADA DAS SUCATAS DE CARROS E MOTOS NAS VIAS PÚBLICAS DE GARANHUNS  


Por Altamir Pinheiro

  Oportuno e bastante salutar  o requerimento formulado pelo vereador de Garanhuns, Luiz Leite(PHS), endereçado   ao Governador do Estado e especificamente a Secretaria de Defesa Social, no sentido de que seja retirado os veículos dentro do pátio da 18 delegacia seccional de Garanhuns(ao   lado do Colégio Diocesano), como também das ruas Joaquim Nabuco e Pascoal Lopes, principalmente devido as chuvas caídas na cidade fazendo com que aquelas carcaças de veículos e motos,  além de poluírem sensivelmente  o visual da cidade, toda o amontoado de sucatas atrapalha a passagem de transeuntes e veículos com destino ao bairro do Magano, acumula lixo e água parada, virando foco de dengue, zica, chicungunha e leptospirose.

No que cabe aos órgãos locais, já fizemos o nosso dever de casa. Basta ver a Autarquia Municipal de Segurança, Trânsito e Transportes (AMSTT) que instituiu uma política pública quanto à remoção de veículos abandonados ou estacionados em situação que caracterize seu abandono. O Decreto, que está em vigor desde o dia 29 de abril de 2016, trata ainda sobre a retirada de sucatas em via pública, quando os  Veículos recolhidos seguem para o galpão da AMSTT e sem antes da retirada,  a Autarquia Municipal, emite, pelo agente de trânsito ou fiscal uma notificação ao proprietário, comprador, possuidor ou depositário, determinando a retirada do veículo no prazo de cinco dias úteis. Depois, a AMSTT publicará, ainda, um edital no Diário Oficial do Município, com prazo de 30 dias para quem for proprietário se apresentar. Após 90 dias do recolhimento, o Veículo será encaminhado a leilão público.

Portanto, é de interesse público e veio em boa hora o requerimento do nobre vereador, Luiz Leite, endereçado as autoridades estaduais, haja vista sua preocupação com o bem estar do seu povo, o qual o edil garanhuense representa  e se faz representado.

Preservar e reestruturar as vias públicas, diminuir os efeitos ambientais provocados pelas atitudes ecologicamente incorretas dos órgãos governamentais, controlar os estragos e reverter o cenário para garantir melhor qualidade de vida para os usuários são as principais questões discutidas atualmente por políticos, ambientalistas, cientistas, estudiosos e pessoas comuns em seus respectivos municípios. Apesar do modelo errôneo que já vem do próprio estado, mais do que nunca é preciso alertar com bastante veemência   o próprio estado, para que seja  submetido com mais rigor tanto a polícia militar como também os órgãos de fiscalização de trânsito a ter atenção redobrada e o máximo de cuidado com  a poluição visual causadas por essas sucatas e carcaças de automóveis e motocicletas espalhados  pelos pátios das inúmeras delegacias em grande parte das cidades pernambucanas e Garanhuns não poderia ser diferente.

Por conseguinte,  além de apropriado e tempestivo,   a petição do ilustre vereador é digna de aplausos, haja vista ter o intuito de beneficiar as questões relacionadas à preservação ambiental e visual da qual é representante,  requerendo  as autoridades competentes uma maior responsabilidade  no sentido de minimizar um transtorno como este ora citado, para melhor otimizar e proporcionar qualidade de vida  e um correto e adequado enquadramento as vias públicas e a sociedade como um todo.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

A SUBNUTRIDA PUTADA PETRALHA, SEM MORTADELA OU PIXULECO PARA LEVAR A PETEZADA  ÀS RUAS  AGONIZA EM ESTADO DE COMA MORAL. NÃO DERRUBA NEM UM SÍNDICO DE PRÉDIO.





 J. R. Guzzo

 O cardápio de questões políticas que está sendo servido ao público em geral, já há tempos, reflete o que os garçons querem vender para os clientes e não o que existe realmente na cozinha. O grande prato em oferta durante os últimos meses, mas que nunca chega à mesa, por maiores que sejam os esforços investidos na sua oferta, é o “FORA TEMER”. Já se confirmou no mundo dos fatos, uma porção de vezes, que isso não existe; não há os ingredientes, nem o cozinheiro e nem a vontade dos fregueses em pedir o que o restaurante quer que eles comam. Mas nada disso tem feito diferença até agora. A permanecer essa curiosa situação de extrema oferta e baixíssima procura, o “FORA TEMER” continuará por aí até o dia em que o presidente da República passar a faixa ao seu sucessor no dia 31 de dezembro de 2018. A população brasileira, nesse caso, receberá mais ou menos a seguinte informação: “Caiu Michel Temer.” Até lá será preciso conviver com o surto descontrolado de desejos que passam por notícias, e cujo resultado final se resume a deixar mal informado quem presta atenção no que lê, ouve ou vê diariamente no noticiário.

Michel Temer ficou, como acaba de ser comprovado pela última verificação de fatos que se tem sobre o tema – A VOTAÇÃO DO PARECER DA COMISSÃO DE JUSTIÇA DA CÂMARA QUE OPINOU POR NÃO AUTORIZAR O PROCESSO PENAL DO PRESIDENTE POR PARTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Isso não faz com que ele se torne melhor, ou pior; apenas mostra que o público ouve uma coisa e acontece outra. Durante semanas a fio, os políticos da “oposição”, os formadores de opinião e a esquerda nacional levaram extraordinariamente a sério a possibilidade de uma derrota fatal de Temer; acabaram ficando 115 votos abaixo do mínimo que precisavam para ganhar a votação em plenário. Ou seja: a hipótese que circulou este tempo todo, com contas dramáticas e diárias de “a favor” ou “contra”, trocas de “lealdade”, tremores de terra entre os aliados do governo, etc., etc., simplesmente não era nada. É natural: nada sai do nada.

Tem sido assim desde o começo dessa história lamentável, que acabou virando a “agenda política” do Brasil atual. Começou com a exigência escandalizada de um “gesto de grandeza” de Temer; ele deveria renunciar e com isso todo mundo ficaria feliz, a começar pelo ex-presidente Fernando Henrique. Tratava-se de algo tão possível como um triângulo de dois lados – mas a hipótese chegou a ser dada como altamente viável, ou até iminente. Seguiram-se os repetidos anúncios de derrota do governo na votação de seus projetos no Congresso; a cada vez que Temer ganhou anunciou-se que perderia na próxima. Viriam as “diretas já”; NUNCA VIERAM. O resto é mais do mesmo. A Comissão de Justiça daria um parecer contra Temer; o parecer foi a favor. A oposição e os “dissidentes” iriam adiar tudo; NÃO ADIARAM NADA. Seria difícil o governo conseguir quorum para votar o parecer; no dia marcado compareceram mais de 490 deputados, num total de 513. Desde então anuncia–se que o resultado da votação foi uma grande derrota para o governo, embora tenha havido uma vantagem numérica – meramente numérica, coisa que, como qualquer cientista político sabe, não quer dizer nada.

Ninguém, como já se disse mais de 1.001 vezes, tem a menor obrigação de gostar de Michel Temer e de seus amigos do presente ou do passado. Mas isso não dá força a quem não gosta dele, e nem muda os fatos. Trata-se de realidades bem simples. Lula e seus seguidores são minoria absoluta no Congresso. Não levaram a população “às ruas”, fora uns grupinhos de gente a seu serviço. Pesquisas que perguntam se você é “a favor de que sejam apuradas as acusações contra Temer”, ou “a favor de cortarem os seus direitos”, não valem nada e por isso não influenciam ninguém. Tirar legalmente um presidente da República do cargo é algo extremamente difícil – é preciso contar com uma Dilma para dar certo, ou um Fernando Collor, que, aliás, renunciou antes de ser deposto. É complicado formar maiorias verdadeiras pregando o extremismo, porque a maioria da população não é extremista – e o evangelho da oposição, hoje em dia, se resume a isso, mais elogios à Venezuela, incentivo repetido à desordem e aumento dos gastos do governo. É POUCO, PARA VIRAR A MESA. – As imagens e a manchete não fazem parte do texto original -