quinta-feira, 22 de junho de 2017

TOTAL DO GASTO DE LULA & DILMA NA OLIMPÍADA FOI DE: R$ 41 BILHÕES


Refeitas as contas, chegou-se ao valor absurdo de R$ 41,03 BILHÕES, composto de R$ 7,23 bilhões em obras das instalações olímpicas, R$ 9,2 bilhões foram para o “Comitê Rio 2016” e R$ 24,6 bilhões foram gastos nas obras “de legado”. Para se ter ideia do que isso significa, basta lembrar que o orçamento do RJ para 2017 tem um déficit de R$ 19 bilhões, ou seja, METADE do que foi gasto nos Jogos Olímpicos da capital. O total gasto na Olimpíada, portanto, cobriria todo o buraco do orçamento fluminense deste ano e ainda sobrariam mais de R$ 20 bilhões. E o legado que a olimpíada deixou para nós brasileiros... -  Fonte: Blog o implicant -

71% DOS BRASILEIROS QUEREM VER LULA ENGAIOLADO, ENJAULADO, NA CADEIA, PRESO, CAGANDO DE CÓCORA, NO BOI...





Levantamento nacional realizado pela Paraná Pesquisas revelou que 71,4% dos brasileiros acreditam que o juiz federal Sérgio Moro vai condenar o ex-presidente Lula no caso do tríplex. Apenas 24,4% esperam absolvição do petista. Indagados sobre se há algum tipo de perseguição do magistrado contra o ex-presidente, tese sempre repetida pela defesa do petista, 61,1% FORAM CATEGÓRICOS AO AFIRMAR QUE MORO NÃO PERSEGUE LULA. Para 35,9% dos entrevistados, há algum tipo de perseguição e 3% não souberam opinar. O prazo para as alegações finais, tanto da defesa quanto da acusação, acabou no dia (20) e todos os documentos foram entregues. Com base em outras ações julgadas por Moro, o prazo para decisão pode ser até de três dias, dependendo de condições como se há alguém preso. O Paraná Pesquisas ouviu 3.962 brasileiros entre os dias 12 e 15 de junho por meio de questionário online. A margem de erro é de 1,5% para mais ou menos e o perfil da amostra tem grau de confiança de 95%







EXPEDITO BARBEIRO - O FILATÉLICO

Por anos Expedito trabalhava numa cadeira assim – a Ferrante


   

Eu gosto de escrever sobre o passado – eu não me envergonho do que passei nem do que vivi e trabalhei para vencer os obstáculos. Saudade não vai me matar – nunca fiz nada de que não possa me orgulhar.

Assim, de novo estou relembrando as boas coisas da vida (a minha) e do que é positivo e vale sempre a pena lembrar. Hoje quero falar desse profissional que, mude quem mudar, e chegue a forma de vida que chegar, continuará ali, de pé, trabalhando para ganhar a vida e o sustento da família: o barbeiro.

E aí me veio à lembrança o “Expedito Barbeiro”, que não era o único do bairro, mas tinha hábitos que prendiam o freguês sentado por horas e horas – quando cortava o cabelo e raspava a barba.

Conversador extremo, fofoqueiro de marca maior, e muito convencido. Assim era Expedito Barbeiro, que, durante anos virou referência para muitos.
Onde você mora?

– Na primeira rua depois do Expedito Barbeiro!

Onde fica a Farmácia São José?

– Na mesma rua do Expedito Barbeiro!
Muito atencioso com todo freguês, Expedito fazia questão de entreter o dito cujo contando estórias as mais diversas (e muitas até inventadas). Aos sábados trabalhava até tarde da noite. Vestia uma única roupa: calças e camisa social branca. Calça de linho branco. Usava óculos Ray-ban, sempre. Fumava feito uma caipora. Dizia que pagava promessa feita para Santo Expedito.

Tinha dois hábitos (hoje chamados de “hobby”) dos quais se orgulhava muito. Era filatélico, e parte do que ganhava e sobrava – quando sobrava – comprava selos. Colecionava selos. Selos valiosos do Brasil e do exterior. Comprou um cofre apenas para guardar as pastas com os selos, e guardava o segredo do cofre como se nele estivessem contidas barras de ouro.
O outro hábito: colecionava charges do “Amigo da Onça” (criado por Péricles), que retirava da revista semana O Cruzeiro. Chegou a mandar reproduzir uma charge do Amigo da Onça, onde esse aparecia trabalhando como barbeiro.
Expedito só bebia conhaque São João da Barra “queimado” (ou pingado, como dizem alguns) e só fazia isso aos domingos, depois que despachava o último cliente.

Navalha Solingen “Corneta” – marca preferida de Expedito

Era gostoso observar Expedido Barbeiro afiando a navalha numa peça de couro montada sobre uma peça de raiz muito leve. Com a navalha afiada e sem as exigências atuais, Expedito se orgulhava de nunca ter “cortado” ninguém enquanto raspava as barbas.

Era um mestre no cortar o cabelo dos clientes, e melhor ainda em satisfaze-los. Servia café aos que estavam na “fila” esperando a vez de serem atendidos. Fornecia revistas e jornais para ajudar a passar o tempo da espera.

Anos depois de sair definitivamente de Fortaleza, voltei à casa onde morei. Ainda encontrei alguns amigos dos tempos da juventude, moradores da Rua Professor Costa Mendes, no bairro Porangabuçu. Perguntei por Expedito e ninguém respondeu. Ninguém soube de nada, mas muitos achavam que Expedito Barbeiro sumiu como éter. Talvez tenha sumido junto com as charges do Amigo da Onça, com quem, aliás, ele parecia muito.

Água Velva pós barba – a preferida de Expedito Barbeiro

– Pronto! Você está um homem novo!
Era assim que Expedito falava quando terminava de atender seus clientes, principalmente os que faziam cabelo e barba. Esperto, o barbeiro fazia firulas ao terminar de atender alguém. Pegava uma chave, que ele sabia onde guardava, mas fazia questão de procurar, para tentar mostrar que o cliente era importante.

Pegava a chave e meticulosamente abria um armário, de onde retirava um frasco de Água Velva, uma loção pós-barba que costumava usar para agradar a clientela.
E dizia:
– Novo e cheiroso e pode até ir para a igreja casar!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Chico Buarque se irrita com o sucesso da paródia O BANDO. Assista agora!!!


O Músico, cantor, compositor e escritor Chico Buarque de Holanda, que andava sumido da mídia em termos artísticos reapareceu meteoricamente depois de se envolver num bate boca de bêbados numa madrugada carioca à porta de um dos restaurantes mais chiques da cidade maravilhosa. O show dos mamados no bairro Leblon, na cidade do Rio, girou em torno de política, ou seria melhor dizer politicalha? Chico tem se prestado ao ridículo papel de ferrenho defensor dos governos do PT, independentemente dos recordes de corrupção e descaso com o dinheiro público que esses governos petistas carregam nas costas.

O antigo herói da MPB foi questionado na madrugada por um outro músico, o rapper Túlio Rek, que chegou a chamar Chico de um “GRANDE MERDA”. O episódio trouxe Chico Buarque de volta à mídia. Principalmente a mídia alienada e compromissada com os desmandos do petismo, que não demorou em tentar construir do episódio dos mamados do Leblon, uma vítima de crueldade, injustiça, fascismo puro. Quem seria a vítima? Ele mesmo! Chico Buarque de Holanda, cuja família tem se beneficiado de milhões e milhões de dinheiro público para projetos “culturais” cheios de dúvidas.

Mais do que a petulância de questionar alguém como Chico Buarque durante a madrugada, a esquerdalha (esquerda canalha) se viu diante de outro fato que da mesma forma, para eles, não passa de uma afronta ao “todo poderoso” da arte e da cultura nacional. A peça em questão é uma paródia da música A BANDA, de Chico Buarque, que é de autoria de Filipi Trielli e argumento de Danilo Gentili, e que já está na internet há alguns anos, mas que só agora ganhou força. A paródia tem como título O BANDO, e começou por aí a revolta do próprio Chico Buarque.

O Artista ficou mais que irritado ao tomar conhecimento do sucesso nas redes sociais que a paródia O BANDO faz nas mídias sociais. “CONSTRANGEDOR”, assim o cantor Chico Buarque sintetizou depois de ter ouvido a paródia em um evento que seria em sua homenagem em São Paulo. Chico, visivelmente constrangido, ao saber que a paródia O BANDO é um grande sucesso na internet, mandou todo mundo tomar no cu e se retirou do local. Só no perfil do You Tube, Chinchila, a paródia tem quase 300.000 acessos.  O BANDO é uma crítica inteligente ao petismo, ao petralhismo e neste momento especial de vitimização de Chico Buarque, passa a ser também uma sacada para criticar o que poderíamos chamar de “CHIQUISMO ( a ação de vitimizar Chico Buarque de Holanda). Assista a paródia O BANDO, de autoria de Filipi Trielli!




Confira a letra completa de O Bando!!!


O BANDO
Estava à toa na classe o professor me chamou
Pra me lobotomizar, me transformar num robô
Me encheu de frase de efeito destilando rancor
Pra me lobotomizar, me transformar num robô


O mensaleiro que contava dinheiro parou
E o blogueiro que levava vantagens pirou
A Namorada que gostava de Beagle
Parou para retocar a maquiagem


O Sakamoto que odiava o sistema curtiu
A Marilena que andava sumida Chauiu
A esquerdalha toda se assanhou
Pra me lobotomizar, me transformar num robô


Estava à toa na classe o professor me chamou
Pra me lobotomizar, me transformar num robô
Me encheu de frase de efeito destilando rancor
Pra me lobotomizar, me transformar num robô


Não tive saco pra encarar Bakunin nem Foucault
Gosto do Chico e acho que ele é um grande cantor
O Professor falou que a coisa mais bela
Era explodir bomba feito o Marighella


A Marcha rubra se espalhou e a direita não viu
O Paulo Freire virou santo e fudeu com o Brasil
A Faculdade toda se enfeitou
Pra me lobotomizar, me transformar num robô


Eu vi que o capitalismo era feio e cruel
Eu vi que em Cuba era bom e que eu amava o Fidel
Anotei tudo no iPad e pus no computador
Depois eu vou te ensinar porque eu virei professor.



VALE TUDO PARA SALVAR LULA, INCLUSIVE JOGAR TEMER E MANTEGA NA FOGUEIRA...




Eliane Cantanhede

Corrupção sempre houve, mas a Lava Jato detalha minuciosamente para as vítimas – os cidadãos brasileiros –, como, a partir de 2003 e do mensalão, O ENTÃO PRESIDENTE LULA DIVIDIU O GOVERNO E O PAÍS EM DUAS GRANDES ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS, ou Orcrims, ou quadrilhas, uma do PT, outra do PMDB. E, já que elas foram um estrondoso sucesso, foram se multiplicando em Brasília, nos Estados e municípios. Os demais partidos, principalmente o PSDB, nunca puderam atirar a primeira pedra.

Pelas delações e provas, LULA INSTALOU E COMANDOU A QUADRILHA DO PT NOS BANCOS PÚBLICOS, ESTATAIS, FUNDOS DE PENSÃO E MINISTÉRIOS. E Joesley Batista declara a Diego Escosteguy, da revista Época, que o então vice Michel Temer tinha uma quadrilha para chamar de sua. “ERA A MAIOR E MAIS PERIGOSA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DESSE PAÍS, LIDERADA PELO (ATUAL) PRESIDENTE”, acusou, citando Temer, Eduardo Cunha, Geddel, Henrique Alves, Padilha e Moreira Franco. “Quem não está preso está no Planalto.”

Desde a gravação com Temer e a delação da JBS, Joesley joga suas denúncias, e até sua ira, contra Temer, PASSANDO DE RASPÃO POR LULA. Mas... os procuradores e delegados não são trouxas e conhecem muitíssimo bem as regras das delações premiadas. O delator não pode mentir, nem omitir. Joesley admite que “LULA E O PT INSTITUCIONALIZARAM A CORRUPÇÃO”, mas, claramente, protege o petista. Se Lula nunca viu e nunca sabe de nada, agora é Joesley que também mal viu, mal conhecia Lula e nunca negociou nada com ele. DÁ PARA ACREDITAR?

Em 2006, o grupo dos irmãos Batista faturou R$ 4 bilhões. Em 2016, foram R$ 170 bilhões, graças aos financiamentos, aportes e à sociedade com o GENEROSO BNDES DE LULA. Mas Joesley relata que foi um crescimento natural e suas relações com o BNDES eram “ABSOLUTAMENTE REPUBLICANAS”. Sempre tão falante, é sucinto – mas contundente – ao proteger Lula. Um troca-troca: LULA FOI UM PAI PARA JOESLEY, JOESLEY ESTÁ SENDO FILHO AGRADECIDO PARA LULA.

No mensalão, Lula era o presidente, tudo ocorria no andar do seu gabinete, mas convencionou-se que o “CHEFE DA QUADRILHA” ERA JOSÉ DIRCEU. A PGR, o Supremo, o Congresso, a própria oposição e a mídia foram cheias de pruridos diante de Lula, evitando cobrar responsabilidades e explicações do migrante nordestino, maior líder sindical de todos os tempos e presidente com imensa popularidade. A CULPA TODA RECAIU SOBRE DIRCEU.

No escândalo da JBS, a empresa virou a maior produtora de carne do mundo com uma mãozinha do BNDES, juros camaradas, financiamentos a toque de caixa, mais de R$ 8 bilhões (ou seriam R$ 12 bilhões?) para os irmãos Joesley e Wesley fazerem negócios fabulosos nos EUA. COISA DE LULA? Não, não, quem mandava em tudo, e arrecadava a propina, era GUIDO MANTEGA. Então, tá.

Assim, temos que eram duas organizações criminosas, Orcrims, ou quadrilhas, como Joesley Batista tão bem descreveu na entrevista. A do PMDB era chefiada pelo hoje presidente Temer. A do PT, ora, ora, não era chefiada por Lula, MAS POR MANTEGA? Mantega chorou ao se sentir uma vítima dos malvados da Lava Jato. Vai chorar também ao se saber vítima de Lula, Palocci e Joesley?

MANTEGA É O DIRCEU DA VEZ, o que Antonio Palocci (esse é esperto) reforça no processo. Para se defender, ataca Mantega. OS DOIS, COMO MINISTROS, USARAM A FAZENDA PARA NEGOCIATAS, ACHAQUES, COLETA DE PROPINAS PARA O PT. Espantoso! Mas Palocci tira o corpo fora e joga no colo de Mantega – com ajuda de Joesley. Parece estratégia, jogo combinado. ELES PRECISAM LIVRAR O LULA e livrar Palocci, que é Lula. Então, JOGAM MANTEGA NA FOGUEIRA, assim como jogaram Dirceu.



LULA À ESPERA DA CONDENAÇÃO




Ricardo Noblat

Caiu, ontem à noite, o que parecia ser um argumento poderoso da defesa de Lula para tentar absolvê-lo no processo em que ele é acusado de receber propina da construtora OAS por meio da posse de um apartamento tríplex na praia do Guarujá, em São Paulo.
Em suas alegações finais, a defesa afirma que a OAS transferiu os direitos econômicos e financeiros sobre o imóvel a partir de 2010 para um fundo gerido pela Caixa Econômica Federal. Assim, não teria como ceder a Lula a propriedade do imóvel ou prometer a sua posse.

EM NOTA OFICIAL, A CAIXA AFIRMOU QUE NÃO É DONA DOS DIREITOS ECONÔMICOS DO IMÓVEL. O FGTS adquiriu debêntures da OAS garantidos pela hipoteca do prédio, do qual o tríplex faz parte. Mas isso não impediria a comercialização dos imóveis.

A qualquer momento, o juiz Sérgio Moro poderá divulgar a sentença que condenará ou absolverá Lula. Nem Lula nem os que o cercam mais de perto apostam na absolvição. Se ela acontecesse, segundo alguns, SERIA COMO SE MORO ASSINASSE O ATESTADO DE MORTE DA LAVA JATO.

Da mesma forma, Lula e os seus não imaginam que Moro possa decretar a prisão do ex-presidente. Se Lula permaneceu solto até aqui, não haveria razão para prendê-lo antes de a segunda instância da Justiça confirmar ou rever a sentença de Moro.

Uma vez que seja condenado, Lula cumprirá uma extensa agenda pelo país a fora para receber a solidariedade da militância do PT. Haverá também eventos no exterior, alguns já acertados com partidos e entidades sindicais.

O PT torce para que o Supremo Tribunal Federal não decrete a prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). Se Aécio continuar solto e não for cassado pelo Senado, Lula só terá a ganhar, apresentando-se como a única vítima de fato da Lava Jato.

O AÇOUGUEIRO JOESLEY É HERÓI OU BANDIDO?!?!?!



Ossami Sakamori

Joesley Batista é fotografia da impunidade no Brasil. Ele está no País para depoimento em mais um processo que corre na Justiça Federal de Brasília, com pose de empresário bem sucedido. Seja como for, ele está com imunidade concedida pelo STF, quando da delação premiada que foi divulgada amplamente pela grande imprensa. A foto divulgada pelo Estadão de hoje, mostra a forma "arrogante" que ele encara o Poder Judiciário brasileiro. 

Joesley Batista é mais um empresário estelionatário, igual a um outro Batista, o Eike. O menino Eike já figurou na lista dos mais ricos do mundo da Revista Forbes. O menino Joesley é um outro US$ bilionário que consta da mesma revista. As semelhanças não param aí. Ambos são empresários estelionatários que cresceram à sombra do Partido dos Trabalhadores, especificamente do Lula da Silva. Dizia à época que o ex-presidente Lula iria criar os "players" brasileiros no mercado internacional. Só não disse se iria ser os "players" no ramo de bandidagem. 

A empresa JBS era conhecido no mercado financeiro como empresa em grande dificuldade econômica e financeira, antes do Lula. Antes dos benesses concedidos pelo BNDES, sob influência do Lula da Silva e da sua sucessora Dilma Rousseff, até o engraxate do BMFBovespa sabia que o destino da JBS caminhava para a recuperação judicial. Bastou o menino Jesley cruzar o caminho do Lula da Silva, o grupo econômico J&F da qual faz parte o JBS, recebeu aportes do BNDES a juros subsidiados de 1% a 3,5%, fixos, sem nenhuma correção.  ASSIM, ATÉ EU FICARIA MILIONÁRIO!!!

O atual ministro da Fazenda Henrique Meirelles, à época, presidente do Banco Central e fiador da política econômica do governo Lula no mercado financeiro internacional. Junto com o Luciano Coutinho, presidente do BNDES, foram responsáveis pela concessões destes créditos, altamente susbsidiados. Uma empresa de consultoria ligado ao presidente do Banco preparava os projetos que viriam ser beneficiados pelo BNDES. Com costas quentes, Lula da Silva na presidência da República e Henrique Meirelles na presidência do Banco Central o grupo empresarial J&F exponencialmente. 

O ex-presidente do Banco Central do governo Lula da Silva e atual ministro da Fazenda do governo Michel Temer, o Henrique Meirelles e a família Batista são de Goiânia. A proximidade do menino Joesley e Henrique Meirelles são de longa data. Passa batido na grande imprensa, ou ela tem medo de tocar no assunto, o Meirelles foi o principal executivo do grupo econômico J&F dos Batistas. De certa forma, isto é um fator que teve influência na ascensão repentina do Joesley Batista como empresário "player".

A foto do topo apenas mostra a forma arrogante do estelionatário criado pelos governos Lula e Dilma e com sobrevivência no governo Temer.  Mais dia, menos dia, o empresário estelionatário Joesley Batista tomará o mesmo caminho do Eike Batista que saiu da lista do Forbes para entrar na lista da Interpol. Se isto não acontecer, denota-se que o Judiciário brasileiro está tão metido no lamaçal quanto o Poder Executivo. 

Vamos ficar atentos à delação premiada do estelionatário Joesley Batista, para que não haja contaminações nos processos que correm na Justiça Federal. A grande imprensa o trata como um herói. Sem leniência, o verdadeiro lugar endereço do estelionatário deveria ser o Complexo Penitenciário da Papuda. 



CONFIRMADO: O TRÍPLEX É MESMO DE LULA

Lula inspecionando a reforma do tríplex, ao lado de Leo Pinheiro, da OAS.


Cláudio Humberto


Após a entrega das alegações finais ao juiz Sérgio Moro, nesta terça-feira (20), o ex-presidente Lula já aguarda sentença para qualquer momento, no caso em que é acusado de RECEBER PROPINA da construtora OAS por meio da reforma no tríplex do Condomínio Solaris, na praia do Guarujá, e no pagamento da guarda de objetos do petista em um depósito da transportadora Granero. Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, confirmou em suas alegações finais que LULA ERA MESMO O DONO DO IMÓVEL e por esse motivo a construtora não pôde comercializá-lo. Agora, o juiz Sérgio Moro poderá definir a qualquer momento a sentença, em que poderá condenar ou absolver os réus. Nas alegações de Lula, seus advogados defendem sua absolvição alegando que o apartamento tríplex pertenceria à Caixa Econômica Federal. A Caixa informou, em nota, que NÃO é dona dos direitos econômicos e financeiros do apartamento tríplex no Guarujá”. “Em 2009, o FGTS adquiriu debêntures da OAS Empreendimentos garantidas, entre outros, pela hipoteca do empreendimento Solaris (de propriedade da OAS Empreendimentos). Tal garantia não impede a comercialização dos imóveis”, completa o comunicado. A Caixa Econômica é a gestora dos recursos do FGTS. O banco faz investimentos com o dinheiro que está parado no fundo. Segundo a Caixa, um desses investimentos foi a compra de debêntures da OAS, em 2009.
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terça-feira, 20 de junho de 2017

O AÇOUGUEIRO PREDILETO DE LULA ESQUARTEJA A VERDADE


Augusto Nunes
Na entrevista concedida à revista Época, Joesley Batista assumiu a paternidade de outra brasileirice repulsiva. Sob a supervisão do procurador-geral Rodrigo Janot e com as bênçãos do ministro Edson Fachin, relator dos casos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, foi o dono da JBS o inventor da meia delação premiadíssima. Em troca da impunidade perpétua, o depoente conta apenas uma parte do muito que sabe. Para alegria do chefe do Ministério Público, é exatamente essa a parte que arquiva bandalheiras que envolvem seus alvos preferenciais.
Como nos depoimentos cujos trechos mais ruidosos foram divulgados há pouco mais de um mês, também na entrevista a Diego Escosteguy o credor favorito do BNDES não se atreveu a negar o que qualquer bebê de colo está cansado de saber: “Lula e o PT institucionalizaram a corrupção”. Mas quem lidera “a quadrilha mais perigosa do Brasil é Michel Temer”, não o antecessor que concebeu e dirigiu o maior esquema corrupto de todos os tempos. Esse, aos olhos do delator espertalhão, foi sempre um modelo de civilidade e respeito à lei. “Nunca tive conversa não-republicana com o Lula. Zero”, jurou. “Eu tinha essas conversas com o Guido Mantega”.
“Conheci o Lula só no fim de 2013”, mentiu no fim da fantasia. A verdade esquartejada foi recomposta no parágrafo seguinte. “O senhor não era próximo do Lula quando ele era presidente?”, perguntou o entrevistador. “Estive uma vez com o presidente Lula quando assumi o comando da empresa em 2006”, derrapou o entrevistado. O primeiro encontro da dupla, portanto, ocorreu sete anos antes — sete anos excepcionalmente lucrativos. Em 2006, o faturamento da JBS somou 4 bilhões de reais. Saltou para 14 bilhões já no ano seguinte.
De lá para cá, o grupo dos irmãos Batista, anabolizado por empréstimos de pai para filho liberados pelo BNDES, desenhou uma curva ascendente de dar inveja a magnata de filme americano. Em 2016, graças a sucessivos negócios internacionais facilitados pela usina de favores do Planalto, o faturamento bateu em R$ 170 bilhões. Mas Joesley fez questão de registrar que as também “as relações com o BNDES foram absolutamente republicanas”. Nada de conversa não-republicana com o presidente Luciano Coutinho ou diretores da generosa instituição. Quando precisava de outro empréstimo, bastava falar com Mantega.
Ou seja: a corrupção institucionalizada por Lula e seu partido rolou solta por mais de 13 anos, mas Joesley continua concentrando a artilharia em Michel Temer e no PMDB, sem esquecer de reservar a Aécio Neves algumas balas de grosso calibre. Decidido a poupar a mais gulosa e atrevida organização criminosa (ORCRIM, ele simplifica), Joesley segue repetindo, sem ficar ruborizado, que teve como comparsa um único e escasso oficial graduado da tropa de larápios: Guido Mantega, codinome Pós-Itália.
Se cinismo fosse crime, nem a dupla Janot e Fachin conseguiria livrar da cadeia o açougueiro predileto do chefão da quadrilha. Ele mesmo, o governante que criou o Brasil Maravilha com dinheiro roubado do país real.

LULA VAI DORMIR NUM BELICHE DE CIMENTO E CAGAR DE CÓCORA NO BOI...




A PRIMEIRA SENTENÇA DE LULA NA LAVA-JATO. SENTENÇA ESTA, QUE VAI LEVÁ-LO À CADEIA, COMO TAMBÉM  EXTRAPOLAR EM MUITO O PT...

Raymundo Costa

A partir de hoje, pode sair a qualquer momento a sentença do juiz Sergio Moro no processo em que Lula é acusado de ter recebido um triplex no Guarujá, litoral de São Paulo, da empreiteira OAS. Conhecido por sua celeridade, Moro já proferiu sentença de até 160 páginas horas depois da apresentação das alegações finais da defesa, algo que os advogados do ex-presidente devem fazer até o fim do dia.

Se for condenado, Lula pode recorrer em liberdade e já decidiu: vai antecipar a campanha presidencial de 2018, usando para isso os atos de solidariedade que o PT e os movimentos sociais devem organizar por todo o país. Sem dizer que é campanha, o que é proibido pela legislação eleitoral antes das convenções partidárias para a indicação de seus candidatos, o que só deve acontecer em julho de 2018.

Será a primeira sentença de Lula no âmbito da Lava-Jato. O ex-presidente responde ainda a quatro outros inquéritos, abertos em função das investigações da Lava-Jato e de outras operações da Polícia Federal. Pela atual legislação, ele ficará inelegível pela ficha limpa, se for condenado em primeira e na segunda instâncias. Mas já se vê alguma luz no fim do túnel entre os que apoiam o ex-presidente.

No território lulista se enxergam sinais de que a Lava-Jato pode entrar num curso mais favorável aos acusados com base apenas em delações premiadas, o que seria o seu caso no processo do tríplex. O sinal vem do Sul, do julgamento em segunda instância do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Moro já não é unanimidade em Porto Alegre, onde fica situada sede do TRF-4.

Vaccari foi condenado a 15 anos de prisão por Moro, baseado em mais de uma delação. O ex-tesoureiro recorreu ao TRF-4. Ele se defendeu dizendo que só recolheu dinheiro para o PT via caixa um, ao contrário do que afirmaram os delatores. No julgamento, que pode terminar amanhã, o relator João Pedro Gebran Neto não só confirmou a sentença do juiz de Curitiba como aumentou a pena para 18 anos. Era algo esperado. A surpresa ficou por conta do voto do revisor do processo, desembargador Leandro Paulsen, que absolveu João Vaccari por falta de provas suficientes para a condenação.

"Nenhuma sentença condenatória será proferida apenas com base nas declarações de agente colaborador", disse Paulsen, em seu voto. "O fato é que a vinculação de Vaccari não encontra elementos de corroboração". Segundo o magistrado, "é muito provável que ele tinha conhecimento, mas tenho que decidir com o que está nos autos e não vi elementos suficientes para condenação".

O desempate está nas mãos do desembargador Vitor Luís do Santos Laus, que pediu vistas e deve devolver o processo até o fim do mês, talvez até na sessão de amanhã do TRF-4. Seu voto pode imprimir um novo curso à Lava-Jato. Se Vaccari for absolvido, fica estabelecido que não basta apenas delação para condenar, mesmo que sejam várias delações, uma confirmando a outra. É uma decisão que deve ter reflexos sobre todos os processos da Lava-Jato. Provavelmente Moro terá de mudar de estratégia. Se for absolvido, ainda assim o juiz terá sofrido um raro revés em Porto Alegre, deixando de ser unanimidade.

Porto Alegre leva em média seis meses para se pronunciar sobre as decisões de Curitiba na Lava-Jato. A sentença de Lula pode não sair em horas após a apresentação das alegações finais, como já aconteceu em pelo menos um outro caso, mas com certeza agora em junho, como esperam o PT e sua defesa. Assim, o recurso do ex-presidente seria julgado em Porto Alegre no fim do ano, mais tardar no início de 2018, se o TRF-4 mantiver o ritmo. Dependendo do rumo que tomar o processo de Vaccari, Lula poderia até vir a ser absolvido em Porto Alegre.

No caso específico do apartamento do Guarujá, as conversas no círculo de Lula admitem a hipótese de que o ex-presidente seja absolvido. O forte do processo é a delação da OAS e Moro passaria a imagem de que nunca houve perseguição a Lula, como se queixa e denuncia o ex-presidente. O juiz deixaria para condenar Lula nos processos referentes ao sítio de Atibaia e à compra de um apartamento vizinho ao seu em São Bernardo.

A outra hipótese especulada no meio de Lula é Moro condenar já. Os amigos do ex-presidente acham que não há nada além de delação no caso do tríplex, mas o processo se transformou numa verdadeira guerra, com a defesa de Lula batendo duro em Sérgio Moro e algumas vezes obrigando-o a interrogar novamente testemunhas. Moro, do ponto de vista dos amigos do ex-presidente, responderia com o fígado e condenaria Lula pelo crime de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, como pediu o Ministério Público Federal.

Condenado, Lula tem o direito de recorrer em liberdade, põe a campanha na rua e o PT em pé de guerra, enquanto aguarda a decisão do TRF-4, dizendo-se vítima da perseguição de Moro. Esse é o plano. A ideia é radicalizar. Cada ato de desagravo será um ato de campanha. É uma forma de antecipar e de juntar gente para a campanha Como diz um de seus aliados, será uma facilidade que Lula terá em relação aos outros candidatos às eleições de 2018. Como serão atos de solidariedade e desagravo, dificilmente a Justiça Eleitoral teria argumentos para proibir as manifestações.

O ex-presidente Lula é o último bastião do PT. Segundo a última pesquisa Datafolha, o ex-presidente lidera todos os cenário de 1º turno da eleição presidencial de 2018 e ampliou sua vantagem tendo como base de comparação cenários já testados em pesquisas anteriores. Com Lula atingido, a saída que o PT vislumbra é a da radicalização. Do partido, da militância e dos movimentos sociais mais atrelados como sem-terra, sem-teto, CUT e Contag. "A condenação do Lula vai radicalizar o PT, a esquerda e os movimentos sociais e a luta de massas", diz um próximo. Pode ser. O fato é que a repercussão de uma eventual condenação do ex-presidente Lula extrapola, em muito, o PT.