segunda-feira, 22 de julho de 2019

GOVERNADOR POLITIZOU O FIG E COUBE A FUNDARPE TRATAR OS PROFISSIONAIS DE IMPRENSA DE BABACAS...





PITACO DO BLOG CHUMBO GROSSO: - Nunca, antes, na história do FIG um governador pernoitou por três dias  com interesse exclusivamente político. Paulo Câmara chegou por aqui na quinta, para fazer a abertura e só voltou para a capital no sábado à tarde. O objetivo da viagem foi cumprido: “CAPTURAR” o FIG para a Fundarpe e lançar o nome do seu candidato a prefeito em 2020.  Essa mesma Fundarpe aproveitou a ocasião para  sacanear com a imprensa local... UM  NOJO!!!






domingo, 21 de julho de 2019

A FUNDARPE É ESTÚPIDA, IDIOTA E ESTÁ PRATICANDO SACANAGEM COM A IMPRENSA DE GARANHUNS


 


Por Altamir Pinheiro

O segredo de aborrecer é dizer tudo, afirmava Voltaire. E aqui eu digo... A FUNDARPE está praticando ato de terrorismo com a imprensa de Garanhuns. Ela está sendo muito safada como também fuleira ao tratar ou mandar a nossa imprensa para a puta que pariu. Ela pode até ter ou possuir uma carreira LONGA, mas para os profissionais da imprensa de Garanhuns que tem vergonha na cara a credibilidade dela é CURTA... A FUNDARPE nunca foi flor que se cheirasse e muito menos nunca foi ou  é flor do meu jardim. Por isso,  ao proibir  o trabalho da imprensa nos camarotes ela disse para que veio, pois além de draconiana, a sentença é  autoritária, abusiva e assustadora, além de safada!!!

P.S.: - É ASSIM QUE SE MIJA NESSA CORJA DE FULEIRAS. QUEM NÃO AGUENTAR, PEIDE OU FODA-SE!!!

sexta-feira, 19 de julho de 2019

SAFADAMENTE, A FUNDARPE CONFINA IMPRENSA NUM CERCADO FEITO GADO...




Por Altamir Pinheiro


A imprensa de Garanhuns está  imersa, mergulhada ou  completamente confinada no curral do tempo e do espaço no que diz respeito a sua locomoção nos camarotes do FIG 2019. Os  jornalistas, executivos de mídia,  formadores de opinião e as mídias sociais, devemos praticar um sincero voto de repúdio a FUNDARPE.  Precisamos repensar as nossas coberturas e a nossa capacidade de tratar essas instituições que não têm o mínimo respeito por Garanhuns e, sequer, sua grade de atrações é informada na cidade onde realizar-se-á o dito festival, mas na capital do estado fazendo com que a imprensa se desloque até lá para satisfazer os caprichos dos (ir)responsáveis pelo evento. 

A questão que se aborda aqui nesse espaço, não está mais na limitação ditatorial do que é pensado, mas, no seu extremo, aos abusos porque a liberdade de locomoção vai passar e quais os caminhos a serem trilhados a partir do FIG 2020. Se algo existe de absolutamente opressor é o  fato abusivo do Festival de Garanhuns, este ano, impor  o confinamento de toda imprensa.   Ao nosso ver, esse algo é o padrão de intensa delinquência dos compartimentos nos camarotes para o profissional se deslocar de um lugar para outro.  Isso não significa que todos os seus membros que promovem o festival sejam conivente com essa regra ditatorial em tolher o  trabalho dos profissionais de imprensa.  Mas uma grande parcela, sim. 

Tudo o que acaba de ser narrado  está impregnado no ambiente FUNDARPEANO de incivilidade, ausência de  compreensão, carência de respeito profissional, delinquência (organizada) e desapego absoluto ao  valoroso trabalho prestado por toda imprensa de Garanhuns que NÃO cobra, sequer,  um dólar furado  às entidades governamentais. A FUNDARPE deveria saber que, a função do pessoal da imprensa com total liberdade de perambular pelos camarotes é fundamental para se sentir o cheiro da notícia. Persegui-la. Buscar  fontes noticiosas e encaixar as falas de um enorme quantidade dos presentes no festival  para apresentá-los o mais completo possível aos seus respectivos leitores, ouvintes ou telespectadores. Dentre as competências necessárias para exercer um bom jornalismo está a total liberdade de locomoção desses profissionais. Afinal, não dá para fingir que somos surdos quando ouvimos, não dá para fechar os olhos quando vemos, não dá para calar quando sentimos... 








quarta-feira, 17 de julho de 2019

SESC GARANHUNS INAUGURA ACADEMIA DE MUSCULAÇÃO E GINÁSTICA ORÇADA EM MAIS DE UM MILHÃO DE REAIS



Cumprindo o planejamento de investimentos em Pernambuco, o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE, Bernardo Peixoto, vai inaugurar a nova academia de musculação e ginástica do Sesc em Garanhuns. A solenidade acontecerá amanhã (17.07.19), às 20h00, e contará com a presença de Izaías Régis, prefeito do município, além de autoridades e convidados, e inclui a realização da 16ª edição da Noite de Queijos e Vinhos.

Orçada em mais de R$ 1,2 milhão, a academia receberá o nome de Edelson José Cruz de Lima, ex-professor de esportes da unidade e que desenvolveu iniciativas de inclusão social e de pessoas com deficiência. Entre os projetos, estavam campeonatos de vôlei e basquete com surdos mudos e cadeirantes. “Infelizmente, seu trabalho foi interrompido ao ser assassinado, mas esta homenagem é uma luta para que seus ideais permaneçam vivos em todos nós e seu nome fique gravado em Garanhuns”, comenta Bernardo.

O novo espaço foi ampliado e passou dos 175 metros quadrados para 473, com expectativa de aumentar em 20% o volume de frequentadores do lugar e a oferta do Day Use, novo serviço que permite que visitantes pratiquem atividades em dias avulsos. O valor investido contemplou novos projetos de iluminação, desde novas luminárias até a abertura de novas janelas, revestimento do piso, lanchonete, novos vestiários, banheiros e guarita. As obras tiveram início no segundo semestre de 2018. 

Após a apresentação da academia, que terá a presença da família do patrono, os convidados vão participar da 16ª edição da Noite de Queijos e Vinhos, às 21h. A festividade, realizada pelo Sistema Fecomércio, é uma tradição criada pelo ex-presidente Josias Albuquerque, que reúne a sociedade garanhuense no Sesc, antecedendo a abertura do Festival de Inverno de Garanhuns. – Este texto foi gentilmente roubado lá do Blog de Arlete Santos. - 




terça-feira, 16 de julho de 2019

A SAGA DOS VICE-PREFEITOS DE GARANHUNS




Por Altamir Pinheiro

Vice… Vixe… Quem  peste quer?!?!?!  O excelente  humorista Jô Soares, em seu programa de TV das antigas, costumava ironizar  a saga de vice com o seguinte refrão:    “Vice, nunca!!! Se não puder ser Pelé,  Cafuringa eu não quero ser”. Cafuringa, então, um  jogador medíocre e folclórico do Fluminense do qual Jô é torcedor. Pois bem, nem sempre a convivência pessoal e administrativa entre prefeitos e vices esteve à altura dos cargos para os quais foram eleitos, e que, não por acaso, terminam fabricando desentendimentos políticos em razão de fofocas e picuinhas, às vezes com reflexos danosos na vida do município.

Existe um pretendente a vice que caberia ou cairia em cheio em qualquer chapa que venha a ser formalizada em nosso município.  trata-se de CARLOS LEITE, filho do eterno vereador Pedro Leite e irmão do boa praça e suplente de vereador Luiz Leite, os três, gente da melhor qualidade. Carlos Leite é um nome confiável e um profundo conhecedor da máquina pública, além de vir de uma família política com respaldo popular para concorrer como vice perante todos os prefeituráveis que se propõem candidatar-se em 2020, pois ele se encaixa em qualquer lista oficial de candidatos a cargos eletivos na condição de vice. Donde, formaria uma boa chapa  para disputar as eleições que se avizinham.

É preciso que todo prefeiturável entenda que ele não pode   brigar com os fatos. Por exemplo: na minha simplória opinião entendo que, o vice dos sonhos de Hélder  Carvalho seria Luciano Zacarias ou então Dr. Márcio Quirino; já o vice que cairia do céu na chapa de Givaldo Calado seria Hélder pela sua trajetória ou história de vida deste elétrico empresário do turismo moderno, aqui em Garanhuns; Luizinho Roldão: Vereadora Betânia da Ação Social(chapa almas gêmeas ou Irmãos siameses); quanto ao Coronel Campos do PSL, a pedida é o vereador bom de voto e muito bem conceituado  Zaqueu Lins; nas duas chapas mais fortes da atualidade, Silvino deveria ter como companheiro de chapa Haroldo e Sivaldo Albino iria de Pedro Falcão; é bom frisar que, Carlos Leite seria o vice ideal para qualquer candidato a prefeito; no tocante à candidatura a cabeça de chapa por parte de Haroldo Vicente, ele só dispõe de uma pessoa altamente capacitada para compor sua chapa: a atual secretária de saúde do município.


Parodiando o jornalista Otoniel Gondim: “Salvo acidentes naturais, químicos, físicos, geográficos e históricos”, hoje, no  campo da belezura não é uma BOA ou não é aconselhável, nenhum prefeiturável garanhuense ter mulheres como vice. E sabe por quê?!?!?! Foi uma experiência mal sucedida. Realmente,   não deu muito certo, que o diga o atual prefeito... Afinal, Garanhuns não é nenhuma Arcoverde!!! Digo isso, com o devido respeito e por saber que,  o eleitorado na cidade é formado em sua maioria por    mulheres que  poderiam alindar a chapa majoritária com o lado feminino na vice. Mas, contudo, todavia,  é de se presumir  que elas, lindas, perfumadas, cheirosas, sonham com tal possibilidade. Até porque leitor  e eleitor, com toques, buquê de rosas e sonhos femininos não se brinca…

Voltando ao caso CARLOS LEITE, pelo seu profundo conhecimento da máquina pública e ser um especialista de mão cheia no assunto, como também por ser uma pessoa afável,  comunicativa, simpática e de boa índole, ele   seria capaz de  estar presente nas grandes decisões para  comungar junto com o prefeito de imprescindíveis sugestões. um bom vice, como seria o seu caso, tem que   buscar saídas quando se fizer necessárias. Pois tem que ajudar positivamente nas ações importantes. Tem que se situar  sempre próximo  às comunidades. E nas eternas vagas horas que são muitas,  visitar e ver os anseios dos necessitados em suas respectivas periferias. Aí, analisa as dificuldades  que o povão está passando, e leva ao Legislativo e, mais que lógico, ao Executivo. A partir  de posições como estas, o vice  será respeitado,  ouvido, “interlocutado” e  conectado. E o vice NÃO será um mero figurante, pois  será um  verdadeiro vice e NÃO vixe, mas quem peste quer!!!

segunda-feira, 15 de julho de 2019

ATÉ CIRO GOMES ADERIU À DEMAGOGIA...


Inaldo Sampaio

A esquerda está-se convencendo de que chegar a 2022 com o mesmo discurso de 2018 é suicídio. Embora o governo Bolsonaro só seja avaliado positivamente, segundo o Datafolha, por 1/3 dos brasileiros, voltar às ruas com o “Lula livre” e dizendo que o impeachment de Dilma foi “golpe” seria burrice. A esquerda precisa atualizar o seu discurso e apresentar algo de novo ao país além do combate ao atual presidente. Como diz o historiador ranzinza Marco Antônio Villa, o Brasil é muito maior que o “lulismo” e o “bolsonarismo”, por isso só o discurso do contra não serve ao país. Opor-se ao atual governo é um direito e até um dever das oposições, mas com um discurso que não tente fazer o povo de idiota tal qual ocorreu no debate da reforma previdenciária. O que elas propuseram à nação em lugar do projeto patrocinado pelo ministro Paulo Guedes? A taxação das grandes fortunas, sabidamente inexequível porque no dia seguinte os endinheirados mandariam seus “trocados” para o exterior (se fosse fácil, Lula teria feito), e a cobrança dos devedores do INSS. Sendo que a maioria deles sequer existe como empresa, como é o caso da Varig, Vasp e Transbrasil. Foi esse discurso pobre do PT e seus satélites que levou a reforma a ser aprovada em primeiro turno por 379 votos ante 131. E, para surpresa dos democratas, até o ex-ministro Ciro Gomes aderiu ao discurso demagógico e populista do PSB, do qual sempre se manteve distante, ao defender a expulsão dos deputados do seu partido (oito) que votaram a favor do parecer do deputado Samuel Moreira. Significa que para ter alguma chance de vitória em 2022, as oposições terão que reinventar o discurso e a postura. Porque votaram contra Gonzaga Patriota (PSB) e Eduardo da Fonte (PP) justificaram neste final de semana por que votaram contra a reforma da previdência. O primeiro disse que o projeto “sacrifica” os trabalhadores, como se fosse possível fazer uma reforma que institui idade mínima sem “sacrifício”. E o segundo que assumiu compromisso com seus eleitores em 2018 de que votaria contra.

domingo, 14 de julho de 2019

SENADOR FALA FINA(PT-PE) É O POLÍTICO QUE MAIS GASTA DINHEIRO DO POVO



“novo Senado” continua o mesmo de sempre. As despesas com autopropaganda, consultorias, escritórios nos estados, passagens aéreas, viagens internacionais, combustível, aluguel de carros e aviões, e correios JÁ CUSTARAM R$ 12 MILHÕES AOS COFRES PÚBLICOS NO PRIMEIRO SEMESTRE DESTE ANO. Tem até “chá de panela” bancado pelo contribuinte.
O campeão de gastos é o SENADOR HUMBERTO COSTA (PT-PE), COM UM TOTAL DE R$ 350 MIL, sendo R$ 42 mil com viagens internacionais e R$ 82 mil com correios – R$ 44 mil numa só remessa. Os constantes deslocamentos do senador e de seus assessores pelo interior de Pernambuco consumiram mais R$ 90 mil em aluguel de carros, combustível, hospedagem e alimentação.
O senador Romário (PODE-RJ) usou 64% da sua cota para o exercício do mandato, o “cotão”, com passagens aéreas entre Brasília e o Rio de Janeiro. Dos R$ 116 mil gastos, R$ 49 mil pagaram passagens de seis assessores que ficam constantemente na ponte aérea. Só as passagens para Rafael Takashi custaram R$ 26 mil. Mais de 30 passagens do gabinete ficaram em torno de R$ 2 mil.
Muitos dos voos acontecem porque assessores que trabalham com emendas parlamentares moram no Rio de Janeiro. Além de receber e visitar prefeitos do estado, eles precisam se deslocar a Brasília seguidamente para reuniões em ministérios, onde liberam verbas federais para os aliados do senador. Se morassem capital federal, estariam a um quilômetro dos ministérios. O total de despesas de Romário já chega a R$ 214 mil.

VIAGENS PARA “ESTRUTURAR O MANDATO” DO NOVO SENADO

Aconteceu o mesmo no gabinete do senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), que utilizou mais da metade do “cotão” com passagens aéreas – um total de R$ 95 mil. Treze viagens de quatro assessores para Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo custaram R$ 41 mil só em passagens. As despesas do gabinete já somam R$ 214 mil.
O assessor Charles Achcar Chelala fez cinco viagens de Macapá a Brasília ao custo de R$ 16 mil. O objetivo de duas delas foi “estruturar o mandato para a nova legislatura”. Também viajou para participar de reunião no gabinete. Emílio Macedo também participou de reuniões para “estruturar o mandato”. A assessora de comunicação Francilene Rodrigues acompanhou o senador em viagens a São Paulo, Rio de Janeiro e Brumadinho (MG).
O senador Eduardo Braga (MDB-AM) gastou R$ 179 mil com serviço de apoio parlamentar. Quase a totalidade – R$ 164 mil – foi para a empresa Marcello Santos da Silva, que produz, monitora e gerencia as redes sociais do senador. A sua despesa total já chega a R$ 308 mil, incluindo R$ 45 mil da viagem a Doha, no Catar, onde participou da Assembleia da União Interparlamentar.
Omar Aziz (PSD-AM) também concentrou os investimentos. Pagou R$ 150 mil para a empresa de comunicação de Jefferson Coronel, que presta consultoria em comunicação e marketing, executando trabalhos em redes sociais, assessoria de imprensa e produção e edição de vídeos. As despesas do senador estão em R$ 266 mil.
Os gastos do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) já somam R$ 251 mil, sendo R$ 173 mil do “cotão”. Ele gastou R$ 83 mil com escritórios de apoio em São Luís e Imperatriz e R$ 68 mil em viagens internacionais. Numa delas, em Washington, falou sobre a “Perspectiva congressional da relação espacial Brasil-EUA”. Esteve também numa feira de alimentação em Bangkok, Tailândia, onde apresentou a empresários as “potencialidades para investir no Maranhão”.

NOVO SENADO PAGA ENXOVAL PARA COZINHA

O novo Senado também oferece materiais de copa e cozinha para os gabinetes. Alguns senadores novatos esbanjaram um pouco mais. O “chá de panela” do senador Weverton (PDT-MA) aconteceu no mês de abril, quando solicitou ao Senado louças, talheres e outros utensílios no valor de R$ 2 mil. Ele completou o estoque em maio. Ao todo, foram 60 xícaras, 36 pratos e 78 copos de vidro, além de talheres, jarra inox, porta copo, garrafa térmica. Só as xícaras custaram R$ 780.
O senador Irajá (PSD-TO) recebeu louças, talheres e utensílios no valor de R$ 1,9 mil, incluindo 48 xícaras e 42 copos. O gabinete em Brasília conta com apenas 16 assessores. Jayme Campos (DEM-MT), que retornou ao Senado, recebeu materiais de copa e cozinha no valor de R$ 1,6 mil, sendo 60 xícaras. Izalci Lucas (PSDB-DF) deu uma despesa de R$ 1,5 mil. Mas tem uma explicação para as 62 xícaras solicitadas: ele conta com 85 assessores, todos em Brasília. É o recordista no ranking de geração de empregos.
O “chá de panela” do novo Senado é diferente. Não são os amigos que levam os presentes. O Senado fez uma licitação e comprou materiais de copa e cozinha padronizados. Quando precisam, os assessores fazem os pedidos pelo computador, uma espécie de “compra virtual”. Mas quem paga a conta é o contribuinte.
E não é qualquer louça que serve. Os pratos e xícaras são em porcelana fina, branca esmaltada, sem falhas ou bolhas. A borda é contornada com um friso dourado com espessura de 3 milímetros. A marca de referência é Arte Porcelana. A colher para café tem bojo em formato simétrico e bordas cuidadosamente arredondadas, confeccionada em única peça, sem emendas, com acabamento de aço inox em alto brilho.

NOVO SENADO JUSTIFICA GASTOS DO COTÃO

O gabinete de Humberto Costa justificou o elevado gasto com correios: “o senador envia publicações de interesse público impressas na gráfica do Senado. Este ano, o objeto de impressão é um “vade mecum”, que inclui 11 tipos de legislação, como a Constituição Federal e os Códigos Civil e Penal. A remessa de R$ 44 mil se refere ao envio de exemplares (cada um com quase mil páginas) ao escritório do Recife, que se ocupa de distribuir nas viagens de servidores aos municípios”.
A assessoria do senador Weverton afirmou que os utensílios citados na reportagem “estão no gabinete, onde os funcionários almoçam, em função da agenda que costuma ser cheia. E, por ser líder de bancada, o senador costuma realizar várias reuniões de trabalho semanalmente, com almoços bancados por ele mesmo com outros senadores, autoridades e representantes de diversos setores para tratar das pautas em discussão no Senado”.
A assessoria do senador Romário afirmou que todas as passagens do gabinete são de uso do senador ou de servidores do gabinete em serviço: “os funcionários viajam para reuniões de acordo com as demandas do mandato”. Sobre os elevados preços das passagens, argumentou que “os valores variam de acordo com a demanda. O Rio de Janeiro é um dos destinos mais procurados do Brasil, o que faz com que o preço da passagem varie muito para cima”.
O gabinete acrescentou que a crise da empresa Avianca resultou num aumento no preço das passagens de até 100%. Além disso, destacou que “a dinâmica da atividade parlamentar em Brasília não permite que o senador escolha os dias em que viaja. O gabinete compra sempre com a antecedência possível para conseguir tarifas mais em conta. Porém, se houver a necessidade de alteração, o valor volta a subir”.

MANDATO REQUISITADO

A assessoria do senador Randolfe destacou que o Amapá ostenta as mais altas tarifas aéreas praticadas no país. “Ressalte-se que neste ano, com a crise da Avianca, as passagens aéreas têm sofrido forte reajuste bem acima da inflação, chegando a 150%”. O gabinete acrescentou que a indicação do senador para liderança da Rede nessa nova legislatura “exigiu um grande esforço da equipe de colaboradores no sentido de reestruturar o gabinete para os novos desafios, tornando necessária a presença em Brasília dos principais coordenadores do mandato que atuam Macapá”.
O senador comentou: “nosso mandato tem sido muito requisitado para agendas com a imprensa nacional no Rio de Janeiro e em São Paulo, eventos para os quais tenho sido acompanhado pela minha assessoria de comunicação”.
A assessoria de Jayme Campos encaminhou ao blog o termo de referência de aquisição de materiais de copa e cozinha firmado entre o Senado Federal e a empresa vencedora do certame licitatório. “Cumpre-nos ressaltar que o objetivo da aquisição é suprir as necessidades de diversas unidades administrativas e legislativas do Senado Federal, cabendo ao gabinete parlamentar tão somente requisitar o material já disponível no setor responsável com vistas ao bom funcionamento desta unidade legislativa”.
O senador Roberto Rocha afirmou que gastou R$ 36 mil para aluguel do escritório de representação política de São Luís. Sobre vigilância do escritório na capital maranhense, disse que gastou R$ 35 mil na contratação de dois seguranças, que se revezam em turnos a cada 12 horas. O contrato inclui monitoramento eletrônico e câmeras de segurança. – Fonte: Gazeta do Povo. –




sábado, 13 de julho de 2019

HÉLDER CARVALHO, O PIONEIRO DO TURISMO MODERNO EM GARANHUNS



Por Altamir Pinheiro



Em razão de ser  um  apaixonado inveterado pela cidade que está engatinhando no turismo, Garanhuns, o prefeiturável e empresário HÉLDER CARVALHO,  para quem o conhece sabe muito bem que ele é um homem de visão larga e enxerga longe quando se trata dessa atividade industrial sem chaminé  chamada TURISMO. Ele é um profundo conhecedor das transformações sociais e econômicas e o surgimento de novas tecnologias. Esses novos fatores desencadearam novos hábitos e meios de viajar, novos tipos de viajantes e Hélder vem captando muito bem essa variante turística.

No turismo garanhuense sua visão se expande em vários seguimentos,  principalmente no campo  do PAISAGISMO( parques e pousadas na área Rural); como também o badalado CASSINISMO que é nada mais nada menos que estabelecimento de jogo, ou reunião, em estações balneárias ou termais; no exato momento, sua inovação turística é um sucesso absoluto na introdução do BALONISMO nas apreciadas e exuberantes montanhas de Garanhuns sendo vistas dos ares. No FIG  de 2019, o dinâmico e  elétrico empresário  está nos oferecendo opções mil para a garotada que será  o nosso futuro incentivador do turismo local.  

O desenvolto empresário aproveitou a palavra inglesa KIDS(que significa CRIANÇAS) para criar a primeira edição do FIG KIDS. Essa recente novidade é um evento que ocorrerá, este ano, entre 19 a 28 de julho, em pleno festival,   onde funcionava o antigo depósito do Pérola Joias(Fábrica Paraguassu) localizado na Praça Guadalajara(ao lado de Azevedo). O estabelecimento de diversão, hoje,  recebe o nome de Fábrica de Recepções e Eventos. O acontecimento  que tem  propósitos específicos em razão de ser   organizado por pessoas especializadas (festa, seminário, show, espetáculo etc.) e  constará de várias atrações infantis, tais como a famosa pista de Patinação no Gelo, este equipamento com certeza será uma das principais atrações do FIG KIDS.

Nesses 10 dias de ESPETÁCULO INFANTIL MODERNO(inédito em Garanhuns), haverá uma gama de atrações lá na antiga Fábrica Paraguassu(Armazém  da Pérola) destacando-se entre outros:  pista de gelo, oficina de slime, pista de hoover board,  maquiagem infantil, brinquedos infláveis, lounge fotográfico, recreação e shows infantis para todos os gosto. Pela primeira vez os filhos dos frequentadores do FIG vão participar, também, do maior evento realizado em nossa cidade. Isso sim, no festival de Garanhuns é o que podemos chamar de modernismo puro!!! Criatividade a olhos nus!!! Que seja bem-vinda!!!

Com sua visão de águia, no campo do turismo moderno, o visionário Hélder Carvalho sabe muito bem que, o turista faz a cidade e a cidade faz o turista.  Com empreendedorismo desse tipo Garanhuns ainda há de se tornar numa cidade extremamente turística e esquecer essa psicose de indústria para Garanhuns que não beneficia o município em quase nada, pois em termos de empregos qualificados, a mão de obra vem toda de fora, só fica para a gente as migalhas como cargos de vigilantes e pessoa simples que prestam serviços de limpeza, motoristas e nada mais!!!




sexta-feira, 12 de julho de 2019

DINHEIRO PÚBLICO BANCA O LULA LIVRE

O PT sempre cantarolou que o movimento “Lula Livre” era uma iniciativa intrinsecamente popular — bancada pelo militante abnegado ou no máximo pelos cofres de sindicatos devotos ao petismo — visando pressionar o Poder Judiciário a libertar o ex-presidente Lula, que cumpre pena por corrupção desde abril do ano passado, na sede da Polícia Federal em Curitiba. Contudo, documentos obtidos por ISTOÉ mostram que o movimento dificilmente ficaria em pé e sua voz ecoaria Brasil afora se não houvesse farta utilização de recursos públicos. Prestações de contas da Executiva Nacional petista ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o montante destinado ao partido pelo Fundo Partidário comprovam que o PT usou dinheiro da União — ou seja, público — na compra de passagens aéreas, diárias de hotéis e alimentação para os petistas irem a Curitiba pedir a soltura do ex-presidente, no pagamento de locação de veículos, no aluguel de salas para reuniões e, até mesmo, no custeio do trabalho de seguranças privados em atos registrados em favor do “Lula Livre”. Em especial, no acampamento erguido próximo à sede da PF de Curitiba.
Do bolso do petista que ostentava estrelinha no peito e faixa rubra na cabeça saiu muito pouco ou quase nada. Já do Fundo Partidário (uma verba pública) foi utilizado em 2018 quase R$ 1 milhão. Independentemente do valor, o importante é que princípio da lei que rege a utilização do recurso público foi quebrado. Advogados eleitorais ouvidos por ISTOÉ afirmam que o partido contrariou frontalmente o que determina a Lei 9.096/95 (Lei dos Partidos Políticos), já que o Fundo Partidário destina-se a sustentar as atividades de organização meramente partidárias, não iniciativas de promoção pessoal de seus filiados, como se verifica clara, expressa e indiscutivelmente no movimento pela libertação do ex-presidente.
A FARRA DAS PASSAGENS
As planilhas às quais ISTOÉ teve acesso somam aproximadamente 10 mil páginas. Elas revelam que a legenda bancou com a verba despesas de boa parte de seus dirigentes para que eles estivessem presentes em São Bernardo do Campo durante o ato de resistência à prisão de Lula, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, entre os dias 6 e 7 de abril de 2018, ou nos dias seguintes em Curitiba, para onde o petista foi levado preso. Os gastos se estenderam a eventos que pediam a libertação do petista nos meses de maio e começo de junho. Muitas das viagens de parlamentares do PT a Curitiba para visitar Lula na cadeia, como as dos senadores Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann, também foram custeadas pela União. Do mesmo modo que as despesas com deslocamentos de Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, e da ex-presidente Dilma Rousseff, entraram na cota do dinheiro meu, seu e nosso. Um verdadeiro acinte, para dizer o mínimo.
Os maiores gastos, sem dúvida alguma, foram com passagens aéreas para esses militantes e dirigentes. No período de abril a junho, quando o movimento “Lula Livre” se intensificou e ganhou capilaridade , o partido torrou em torno de R$ 230 mil só com as viagens. Entre os beneficiados pelas passagens aéreas estavam, além da ex-presidente Dilma Rousseff, e do ex-prefeito e candidato a presidente derrotado Fernando Haddad, o ex-presidente da executiva estadual do PT em São Paulo, Emídio de Souza. O Fundo Partidário petista foi generoso ainda com integrantes de executivas estaduais, como da Bahia e Maranhão.
Não houve pudores no gasto com a verba do contribuinte. Por exemplo, para que ela pudesse acompanhar o ato de resistência à prisão de Lula nos dias 6 e 7 de abril, a presidente do partido, Gleisi Hoffmann, na época senadora, não coçou o bolso. Preferiu, claro, ter despesas pagas no Novotel Jaraguá em São Paulo com recursos extraídos pelo PT do fundo público. Na farra com dinheiro da União, outra figura carimbada do PT não poderia faltar: trata-se do sempre histriônico Lindbergh Faria. Para o hoje “Youtuber”, a hospedagem no Astron Saint Moritz, de São Bernardo do Campo, foi inteiramente quitada pelos cofres públicos. “A utilização de recursos do fundo partidário para a promoção pessoal de um de seus filiados, não se enquadra nas premissas legais estabelecidas no Artigo 44 da Lei dos Partidos Políticos. Assim, ao utilizar-se de recursos públicos, provenientes do fundo partidário, para a promoção de filiado, o partido pode ser obrigado a ressarcir a União”, afirma o advogado especialista em Direito Eleitoral, Francisco Emerenciano
Advogados consultados por ISTOÉ afirmam que o PT contrariou o que determina a Lei dos Partidos Políticos
No caso específico de Dilma Rousseff, o PT pagou com recurso público suas passagens de Porto Alegre a São Paulo no dia 7 de abril para que ela pudesse acompanhar a resistência de Lula à prisão em São Bernardo do Campo. O custo foi de R$ 701. Depois, no dia 23 de abril, Dilma teve a passagem de Porto Alegre a Curitiba novamente custeada, no valor de R$ 2.294, para que ela fosse à PF visitar Lula e também participar do evento “Lula Livre” na porta da cadeia. Por ironia do destino, a tentativa de Dilma de ver seu mentor naufragou. A Polícia Federal não permitiu o ingresso da ex-presidente na cela do petista. Na época, a juíza Carolina Lebbos barrou 23 pedidos de visitas ao petista. Além de Dilma, na lista de pessoas que foram visitar Lula com passagens compradas com dinheiro público constavam o ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, o ex-secretário de movimentos sociais do PT, Renato Simões e Alberto Cantalice, ex-presidente do PT do Rio de Janeiro. Todos foram a Curitiba no dia 9 de abril.
Na prestação de contas da legenda entregue ao Tribunal Superior Eleitoral ainda são listados como gastos diretos do partido em prol dos eventos em favor de Lula R$ 11,9 mil em segurança privada e outros R$ 32,5 mil com a locação de veículos e vans para o deslocamento de militantes em Curitiba nos dias seguintes à prisão do ex-presidente. As despesas informadas ao TSE contabilizam ainda R$ 8,2 mil com o aluguel de uma sala no hotel Dan Inn Curitiba para a realização de reuniões dos petistas na capital paranaense. Foi incluído no montante gastos com água, café e pães de queijo disponíveis para os militantes. Pelo visto, não faltou comida (de graça). Gratuita para quem participou, claro, não para quem pagou — você, o leitor que arca regiamente com seu imposto. É que na lista de despesas com dinheiro público consta a locação de uma outra sala de encontros no hotel Petras Flat, no valor de R$ 3,5 mil, com a disponibilização de 16 cafés completos e 28 almoços, conforme notas fiscais obtidas por ISTOÉ.
AEROLULA Mais de 100 integrantes da juventude petista foram a Curitiba com passagens aéreas pagas com recursos do governo federal
Se houvesse conflito com militantes adversários, o PT estava preparado, segundo revelam as planilhas. Para escoltar os filiados, foram gastos cerca de R$ 11 mil com a contratação extra de 32 seguranças, em um total de 353 horas de trabalho entre os dias 4, 5, 6, 13 e 14 de abril do ano passado. Tudo com dinheiro do Fundo Partidário, cujo uso se mostra totalmente desvirtuado. Já em Curitiba, nos dias que seguiram à prisão de Lula, os mortadelas, como ficaram conhecidos os petistas habituês das manifestações, não tiveram problemas de locomoção. Uma verdadeira frota de veículos encontrava-se à inteira disposição dos filiados. Nas notas às quais ISTOÉ teve acesso, foram contabilizados sete veículos executivos (com motoristas inclusos) e nove vans locadas por meio da empresa One Eventos. Os automóveis não estavam a passeio: foram utilizados no deslocamento de dirigentes do PT em Curitiba.
Na festança com dinheiro público, há nas prestações de contas do PT ao TSE dois dados que chamam a atenção. Um deles refere-se à realização do Congresso da Juventude Petista, nos dias 6 e 7 de junho, em Curitiba, utilizado pelos jovens para promover o “Lula Livre”. Nos documentos apresentados, o PT relaciona as despesas de R$ 465,8 mil com o encontro para justificar pagamentos feitos com os recursos do Fundo Partidário. Só com as passagens aéreas para 100 militantes irem a Curitiba, o partido gastou R$ 202,6 mil. À infraestrutura do Congresso, o partido destinou R$ 117,8 mil. Para a edição de um mero informativo, foram gastos R$ 47,5 mil, além de outros R$ 25 mil consumidos na distribuição de camisetas vermelhas. O outro dado que causa espécie – pela ousadia dos dirigentes petistas — é o pagamento de despesas com a defesa do ex-presidente Lula após a expedição do mandado de prisão. Com verba pública. De acordo com a papelada ao qual ISTOÉ teve acesso, o advogado de Lula Cristiano Zanin teve passagens aéreas custeadas pela Executiva Nacional do PT em pelo menos uma das idas a Curitiba para encontros com o cliente. No dia 14 de junho, Zanin foi a Curitiba às custas do recurso a que o PT recorre do Fundo Partidário. Quem também se valeu da verba foi o escritório Aragão e Ferraro Advogados, que atuou em Curitiba para defender a ocupação de um espaço público por militantes do “Lula Livre” durante uma ação de reintegração de posse impetrada pela Prefeitura de Curitiba. Os militantes ocupavam uma área perto da PF. Documentos relacionados ao escritório Aragão e Ferraro Advogados, que tem o ex-ministro da Justiça de Dilma, Eugênio Aragão, como um de seus sócios, mostram que foram gastos R$ 130 mil por mês na defesa das causas do PT. Assim como as mobilizações do “Lula Livre”, as despesas com os advogados podem caracterizar desvio de finalidade dos recursos do Fundo Partidário, com o partido sujeito à rejeição de contas.
Durante as manifestações por “Lula Livre” em Curitiba, militantes se deslocaram pela cidade a bordo de vans luxuosas pagas pela União
Está mais do que evidente, portanto, que o PT quer “Lula Livre”, mas sem nos livrar de arcar com a infraestrutura para a manutenção e sustentação dos atos em favor do ex-presidente considerado criminoso pela Justiça. Como sempre se desconfiou, mas o PT se esmerava em negar, nem uma tenda sequer foi erguida com vaquinhas dos filiados, mas sim com o dinheiro do contribuinte. Pelo visto, a confusão entre o público e o privado não só fora consagrada quando o partido desfrutava das delícias do poder. Permanece impregnada como um amálgama até hoje nas cinco pontas da estrela da sigla.
Transcrito da revista IstoÉ

terça-feira, 9 de julho de 2019

A QUEM INTERESSA A CAMPANHA PARA DESTRUIR MORO E A LAVA JATO?!?!?!



Carlos Newton

Se ainda estivesse vivo, o jornalista Alberto Dines estaria estarrecido. Trabalhamos juntos na criação do programa “Observatório da Imprensa” em 1998, ao lado do diretor paulista Eduardo Abramovay, uma grande figura, que voltou para São Paulo depois de comandar esse projeto conjunto TVE/TV Cultura. Dines achava que, para aperfeiçoar o país, antes era preciso limpar a imprensa, fazendo com que pelo menos parte dela passasse a trabalhar em prol do interesse público. Dines manteve o programa no ar durante 20 anos, mas morreu em 2018 sem ver seu sonho realizado.

O fato concreto é que a imprensa está regredindo de uma maneira impressionante, como fica demonstrado no caso das denúncias do The Intercept Brasil, comandadas pelo jornalista americano Glenn Greenwald.

QUADRO SURREAL – É um massacre impressionante, com apoio de praticamente toda a mídia. Com base em supostas mensagens de origem criminosa, o juiz Sérgio Moro e os procuradores da Lava Jato estão sofrendo uma campanha perversa, que tem objetivos claros. Uma das principais finalidades é anular as condenações de criminosos abjetos como Lula da Silva, Eduardo Cunha, José Dirceu, Paulo Preto, João Vaccari, Marcelo Odebrecht e “tutti quanti”, como dizem os italianos, e até Sérgio Cabral e Geddel Vieira Lima também querem embarcar nessa onda.

Ao mesmo tempo, a campanha visa a evitar a prisão de Michel Temer, Aécio Neves, Romero Jucá, Rocha Loures, Renan Calheiros, Jáder Barbalho, Moreira Franco, Eliseu Padilha e outros caciques do MDB, do PSDB e de outros partidos envolvidos em corrupção.

Tudo isso está mais do que claro. Qualquer jornalista deveria se envergonhar de tentar defender esse tipo de gente. Mas não é isso que se vê nos maiores órgãos de imprensa, que decidiram apoiar oficial ou oficiosamente a campanha do The Intercept.

ALIANÇA IMUNDA – É muito triste ver a Folha de S. Paulo, a Veja e a TV Band se emporcalharem ao dar força total ao movimento do The Intercept, e o fazem prazerosamente, sob alegação de que estão defendendo a moralização da Justiça e a liberdade de imprensa, quando estão fazendo exatamente o contrário, pois na verdade foram cooptados a destruir a Lava Jato, sob o mesmo esquema de desmoralização que demoliu a Operação Mãos Limpas na Itália, nos anos 90.

O pior é ver o mesmo fenômeno se reproduzir em O Globo, no Estado de S.Paulo e até no Valor Econômico e no Correio Braziliense, que vinham trilhando um caminho mais ético.

A manipulação chegou a tal ponto que agora a mídia simplesmente despreza e não menciona as explicações claras e objetivas de Moro e dos procuradores. Ou seja, a imprensa chegou à perfeição em seu lado mais sujo e perverso.

NA HORA ERRADA – E o que faz o ministro Moro? Ao invés de permanecer na trincheira e enfrentar o fogo inimigo, resolve tirar uma semana de licença não-remunerada para ficar com a mulher e os filhos. Foi uma decisão mais do que idiota.

Mesmo nesses dias de “férias”, digamos assim, Moro precisa estar atento e se fazer presente na mídia para continuar a responder esse tipo de ataque.

Os argumentos do The Intercept não podem ser levados a sério. Sabemos quanto custa uma campanha desse vulto, que mobilizou grande número de hackers e de jornalistas para montar e manipular as denúncias. É muito dinheiro a mobilizar um lobby de tal envergadura.

Mas é fácil imaginar quem está financiando a campanha. Basta fazer como sugere o ex-presidente do Supremo, Carlos Velloso, e procurar saber a quem interessa a destruição da Lava Jato e a impunidade de todos os corruptos. Simples assim.


P.S. – Jamais imaginei que um dia eu pudesse ter vergonha de ser jornalista. Mas parece que está chegando esse dia. (C.N.)