domingo, 27 de novembro de 2016

O INFELIZ DO DITADOR SANGUINÁRIO, FIDEL, ERA GENTE TÃO RUIM QUE, SEQUER A IRMÃ VAI AO ENTERRO...




Altamir Pinheiro

A vida familiar de Fidel castro sempre foi um segredo de estado guardado a sete chaves. Agora é que se sabe, que a irmã não vai ao seu enterro. QUE FAMÍLIA UNIDA, NÃO!!! VAMOS AOS FATOS: Juanita é irmã de Fidel e Raúl Castro. Ela tem 83 anos e vive nos Estados Unidos, onde se exilou em 1964. Ela fez denúncias contra os dois irmãos e mostrou que ambos usaram o comunismo para tirar a liberdade e agir com violência contra o seu povo. Na época em que fugiu de Cuba, Juanita disse que não poderia ficar indiferente com o que acontecia na Ilha: “MEUS IRMÃOS, FIDEL E RAUL FIZERAM UMA ENORME PRISÃO CERCADA POR ÁGUA. AS PESSOAS ESTÃO PREGADAS EM UMA CRUZ DE SOFRIMENTO IMPOSTO PELO COMUNISMO INTERNACIONAL". Sabe-se que Juanita jamais negou ter participado da Revolução Cubana para ajudar na compra de armas com a finalidade de colaborar com os dois guerrilheiros. Porém, após terem assumido o comando do país, viu o quanto de mal eles estavam fazendo contra a população. E a revolta dela aumentou, depois de ter visto o tratamento ruim que os dois ditadores aplicaram ao irmão mais velho da família, Ramón. Se Juanita Castro não perdoa os próprios irmãos violentos e traidores, não dá para perdoar os que defendem e agora lamentam a perda de Fidel. E a senhora não foi nenhum pouco incoerente ao afirmar que não estará em Cuba para acompanhar o funeral daquele que como ela, verdadeira “testemunha de sangue”, chama o irmão de ditador sanguinário.

EIS O QUE FALOU A IRMÃ DOS IRMÃOS FIDEL E RAUL SOBRE O INFERNO QUE SEUS IRMÃOS TRANSFORMARAM AQUELA  FRONDOSAS ILHA DO CARIBE:


Logo após anunciada a morte do ditador cubano, Juanita Castro deu entrevista ao jornal 'El Nuevo Herald'. Ela é irmã de Fidel que vive no exílio em Miami desde os anos 1960, disse à imprensa local neste sábado (26) que não irá ao funeral do líder cubano, em Havana, embora lamente sua morte.

"Diante dos rumores pouco saudáveis de que me dirigia para Cuba para os funerais, quero esclarecer que, em nenhum momento, voltarei para a Ilha, nem tenho planos de fazê-lo", declarou Juanita ao jornal "El Nuevo Herald".

"Lutei ao lado desse exílio, braço com braço nas etapas mais ativas e intensas em décadas passadas, e respeito os sentimentos de cada um", insistiu a dissidente cubana.


"Não me regozijo da morte de nenhum ser humano, muito menos posso fazê-lo com alguém com meu sangue e meus sobrenomes", disse Juanita ao Herald.

Juanita Castro acrescentou que se exilou, assim como "todos os cubanos que saíram para encontrar um espaço onde lutar pela liberdade de seu país" e que, para isso, teve de pagar "um alto preço de dor e isolamento"

"Como irmã de Fidel, estou vivendo, nesse momento, a perda de um ser humano que teve meu sangue", completou.


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