sexta-feira, 4 de novembro de 2016

SOU DO TEMPO EM QUE ESCOLA ERA PARA APRENDER, HOSPITAL ERA PARA TRATAR DOENÇAS, IGREJA ERA PARA REZAR E CRECHES PARA CRIANÇA BRINCAR. PAU NESSES VAGABUNDOS PETRALHAS!!!





Reinaldo Azevedo

Quando você acha que já viu de tudo, que o mundo não pode mais surpreendê-lo nem para o bem nem para o mal, que se atingiu ou o cume, a glória, ou o fundo do poço, eis que uma nova Maravilha pode se alevantar, ou, então, lá está o demônio da decadência a evidenciar que não há limite nos caminhos do inferno. É verdade! A Maravilha costuma ser mais rara. Um vídeo divulgado na rede social, traz crianças de uma escola indígena, do interior de Pernambuco, repetindo palavras de ordem contra a PEC 241. A gente mal consegue entender o que dizem porque ainda nem falam direito. Estão ainda no início da chamada “Educação Infantil”. E o que dizem os infantes? Tradução: “O povo unido/ jamais será vencido” E “Não à PEC dois, “quato”, um”. O “quato” se explica. Praticamente, são ainda bebês. Afirmei na manhã de hoje que as esquerdas estavam usando crianças de 8, 9, 10 anos como escudos humanos. Como vocês podem notar, eu estava sendo otimista. Agora eles estão usando é bebês mesmo. Isso me lembra aquelas histórias de terror infantil. Tanto já na cidade grande como ainda no interior, para que, quando crianças, não falássemos com estranhos, os adultos da família nos ameaçavam com “O Homem do Saco”. Era aquele ser mitológico, que andava com um saco às costas, onde escondia crianças que depois virariam sabão. Em Dois Córregos, eu me lembro, quando tínhamos de ir do sítio pra cidade, volte e meia se encontravam nas estradas os chamados “andantes”. Eram os andarilhos, que vagavam mundo afora, barba por fazer… E o saco nas costas. Pois… Não restou mais nada às esquerdas senão FAZER SABÃO IDEOLÓGICO COM AS CRIANCINHAS. Agora é assim: os infantes ainda nem saíram dos CUEIROS(Pano que serve para envolver as nádegas e pernas das crianças recém-nascidas.), lá está um molestador pronto para lhes passar os MANTRAS(Para os budistas, sílaba ou frase sagrada à qual se atribui um poder espiritual). - A imagem e a manchete não fazem parte do texto original -

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