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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A RUA DO PAU POMBO É FORMADA POR COMERCIANTES SIMPLES, COMPREENSIVOS, RESPEITADORES E HONESTOS.


Altamir Pinheiro

        
         Lê-se, constantemente, nas Redes Sociais(INTERNET), turistas de cidades como Mossoró,  Campina Grande, Feira de Santana, Petrolina, Aracaju, Teresina ou Maceió, frequentadores assíduos dos festivais de Garanhuns, as tristes e lamentáveis indagações, acompanhadas de uma tremenda revolta. Dizem ou escrevem eles mais ou menos assim: “Gente!!! Vá aos ótimos festivais de Garanhuns, mas, por favor, todo cuidado é pouco. NÃO frequente àquela rua do PAU POMBO. Pois, lá, existe uma sofisticada e organizada quadrilha de plantão somente para roubar  inocentes e desprevenidos turistas”. Vê-se que, tais internautas ou estão desinformados ou então eles estão misturando as coisas. Ou seja: talvez, este tipo de desabafo seja em razão de, UMA LARANJA PODRE, junta das outras sadias, bota a caixa toda a perder...

         Pois bem!!! Como os nossos bem-vindos visitantes já constataram a tal quadrilha, resta-nos cobrar do poder público municipal(executivo) para que aja imediatamente e tome decisão firme para estancar a ladroagem desenfreada e o desrespeito a quem nos visitam nas épocas dos festivais, como também  pedir as autoridades judiciais para meter essa corja na cadeia e jogar a chave fora. Organização criminosa ladrona que  suja o nome do Festival de Inverno de Garanhuns ou de Dominguinhos tem que ser exterminada, de preferência sendo chutada no traseiro.

         Defronte ao Parque Pau Pombo e nas imediações da Colônia de Férias do SESC, funcionam cerca de seis estabelecimentos comerciais e, está lá para quem quiser ver, qualquer cidadão comum de Garanhuns ou frequentadores desses barzinhos ou restaurantes, sabem muito bem que são compostos por  bodegueiros ordeiros, simples e defensores intransigentes da preservação e respeito aos bolsos dos turistas, preocupados em não explorá-los, haja vista ser de fundamental importância a volta nos anos seguintes desses previsíveis e potenciais gastadores. Para se ter  ideia do que está se falando, neste FIG de 2015, todos os barzinhos localizados nas cercanias tanto do SESC quanto do Pau Pombo, unificaram, por exemplo, o preço da CERVEJA SKOL, ao valor de R$ 6,00 e foi cumprido na íntegra durante todo o festival,  e ainda vale deixar o troço bem claro e cristalino que, nem foi cobrado 10% de garçom, balde de gelo ou limão para quem bebe montilla com coca nem muito menos o fatídico côvert artístico e muito menos pensou-se em  tirar a diferença aumentando os pratinhos de tira-gostos. E mais: vale salientar que, tira-gostos estes, dentro do padrão de higiene exigido pela vigilância sanitária e o freguês que não é nenhum sugismundo e merece um tratamento adequado de higienização nos alimentos que consome...
         Para todos aqueles que conhecem a zelosa Rua Manoel Clemente, hão de convir que esta artéria há mais de 10 anos vem passando por um processo de degradação difícil de ser recuperado por motivo de ser taxada sem merecer, diga-se de passagem,  das inconveniências acima citadas, além de pagar um preço muito alto por suposto uso da prática de ser exploradora e ladrona. Todas essas inverdades são imputadas aos bodegueiros que na verdade são agentes  comerciais simplistas, compreensivos,  respeitadores e que prezam ou têm seu ganha pão baseados no lastro da honestidade e não comungam com nenhuma laranja podre que tenta(mas não consegue) contaminar todas as sadias...


Finalmente, quero aqui, à guisa de encerramento deste meu ato solitário  de defesa de minha identidade, de minha rua onde moro há 50 anos e de minhas convicções, afirmar com todas as letras: A rua Manoel Clemente anda de fadiga. Mesmo sendo abençoada por Deus em razão de  ter um parque da beleza e da magnitude do nosso querido Pau Pombo que na sua parte interna possui um restaurante do município que merece todo o meu  repúdio por quem o trata tão mal e denigre a imagem de nossa cidade vergonhosamente.  Desde que o bar municipal do Pau Pombo se tornou ou deixaram ele seguir o caminho do mal feito tornando-se num antro de exploração sem comando, sem escrúpulos e sem critérios, tal bar, ou tal restaurante, ou mesmo tal petiscaria, perdeu sua utilidade. Quem achar que esta estória é o contrário que conte outra... 

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