A ONU NÃO MOVEU UMA PALHA PARA SOLTAR LULA. ESPERNEIO DO SEBOSO NÃO ADIANTOU NADA!!!
Confiante na demora nos
trâmites de queixas encaminhadas ao Comitê de Direitos Humanos das Nações
Unidas, o ex-presidente Lula apostou em uma campanha sórdida contra a imagem do
Brasil junto ao organismo internacional. Visando criar factoides sobre sua
duvidosa inocência, O PETISTA TENTOU DENEGRIR A IMAGEM DO JUIZ FEDERAL SÉRGIO MORO e colocar dúvidas sobre a
lisura da Justiça do país, alegando ser um perseguido político.
Mas Lula acabou dando com
os burros n'água. O petista esperava arrastar sua queixa na ONU até o processo
eleitoral e contava com a possibilidade de evitar a condenação em segunda
instância pelo menos até poder registrar sua candidatura à Presidência em
agosto deste ano.
As coisas não saíram como
o petista estaria planejando. Lula foi condenado em janeiro, preso em abril,
perdeu todos as ações recursais em todas as instâncias a que recorreu contra
sua condenação e prisão. Como se não bastasse, a própria ONU se pronunciou
antes do esperado quanto às suas queixas de perseguição política.
Há poucos dias, o
"Comitê de Direitos Humanos da ONU
informou que "não concederá medidas cautelar no caso de Lula da Silva”,
segundo declaração do porta-voz Julia Gronnevet. Na prática, isso significa que
o Comitê não enviará ao Brasil nenhum pedido ou recomendação para que o
ex-presidente deixe a prisão em Curitiba e responda a seu processo na Lava Jato
em liberdade.
Um dia antes de se
apresentar à Polícia Federal por determinação de Moro, em 6 de abril, Lula
entrou na ONU com uma queixa contra o decreto de prisão. O petista "chamou
a atenção do organismo a rapidez da decisão do juiz federal Sérgio Moro."
A aposta da defesa de
Lula era de que a ONU "seguisse a mesma decisão que já havia tomado em um
caso que consideravam semelhante. Em março, ela atendeu a um pedido similar de
políticos catalães, presos nos últimos meses. Ela recomendou, por exemplo, que
o deputado independentista Jordi Sanches, fosse liberado para que pudesse
participar de eleições. Mas o estado espanhol ignorou a recomendação da ONU."
Um dos peritos do Comitê de Direitos Humanos, Yuval Shany, explicou que a
entidade não pode fazer nada em relação à prisão do condenado. – Imprensa Viva -
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