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quinta-feira, 12 de março de 2020

O RONALDINHO DOS NEGÓCIOS BOTOU NO PÉ DO CIPA R$ 30 MILHÕES DE PROPINAS DOADAS POR SÉRGIO CABRAL


Segundo o gangster  Cabral, Lulinha e seus sócios – Kalil Bittar e Jonas Suassuna  – foram recebidos em 2008 no Palácio Guanabara, sede do governo estadual. Nesta reunião, Lulinha, Bittar e Suassuna ofereceram, segundo Cabral, uma série de produtos de informática na área de educação, já que sabiam que o estado investia para equipar as escolas com tecnologia. Cabral afirmou que Lulinha e seu sócio queriam “fugir” da licitação por meio da Oi, que já era contratada do governo estadual na área de telefonia e processamento de dados. Assim, Cabral disse que mais de R$ 30 milhões foram repassados à empresa de Lulinha por meio dos programas “conexão educação” e “conexão professor”.

O ex-governador disse, porém, que o pagamento de valor tão expressivo teve que ser combinado com os donos da Oi por meio de Sergio Andrade — também acionista da construtora Andrade Gutierrez. Cabral também disse que Lula pediu interferência no primeiro governo do ex-prefeito Eduardo Paes (2009 – 2012) para que a empresa de Lulinha também prestasse  serviço à prefeitura do Rio, utilizando o mesmo artificio da contratação via Oi.  Fabio Luis é sócio de Fernando Bittar, Kalil Bittar e do empresário Jonas Suassuna em pelo menos nove empresas. Bittar e Suassuna aparecem como proprietários dos dois terrenos que, juntos, formam o sítio de Atibaia. Segundo os investigadores, há a suspeita de que Bittar e Suassuna tenham utilizado parte dos valores recebidos do Grupo Oi/Telemar para a aquisição da propriedade. 

Cabral afirma ter recebido um pedido de Lula para que favorecesse a empresa Lulinha, em um contrato milionário com a Secretaria de Educação do Rio de Janeiro. Segundo o ex-governador do Rio, o pedido de Lula resultou em um repasse de R$ 30 milhões para uma empresa de Lulinha. Já está mais do que comprovado que os bandidos Sérgio Cabral e Lula são corruptos patológicos, que envolvem as próprias famílias nos esquemas da ladroagem de dinheiro das empresas estatais, um procedimento que os chefes mafiosos da Sicília e Nova Iorque evitam ao máximo, mas esses dois vagabas  adotaram como praxe, para valorizar o ditado: tal pai, tal filho.


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