terça-feira, 4 de abril de 2017

O ESTADISTA E O PENSAMENTO



Rodrigo Buenaventura de Léon

Um Estadista, como nos faz falta um Estadista!
Estadistas são forjados de matéria rara: capacidade, desprendimento, coragem, honradez, patriotismo, vocação cívica. Um tipo raro em qualquer época da história humana e praticamente inexistente nestes tempos pós-modernos.

Em geral Estadistas galgam os mais altos cargos públicos e acabam por tornarem-se os Chefes de Estado e de Governo de suas pátrias. Matéria escassa, quando surgem, acabam deixando um legado de superações, vitórias e desenvolvimento social no país.

Mas ser um Estadista não transforma o ‘homem’ automaticamente em um Chefe do Executivo de uma nação. No Brasil tivemos Rui Barbosa, por exemplo, um grande estadista, que por diversas razões peculiares e para o azar do país, não ocupou o posto de primus inter pares da nação brasileira.

Por outro lado ser governante, primeiro-ministro, presidente da república, prefeito ou governador não faz do cidadão um Estadista. Longe disto, em países de democracias frágeis e jovens como a brasileira é mais comum termos imbecis, oportunistas e corruptos ocupando a primazia entre os cidadãos, do que homens de elevada concepção cívica.

São oportunistas, líderes de grupelhos organizados e/ou de quadrilhas, caudilhos. Bandidos sem alma, vergonha, pudor ou senso cívico que acabam premiados e ungidos pelo voto dos incautos. E destarte passam a, respaldados pelo vontade popular (dizem eles), a desgovernar-nos, roubar-nos e enganar-nos.

Esquecendo-se daqueles que os elegeram, gerindo em causa própria ou em causa magis stipendium, locupletam-se e enriquecem a nossa custa. E de paga nos dão uma banana.

Estes homens e mulheres que se creem líderes ou até mais, estadistas, são bandidos da pior laia. Pois não há pior bandido do que aquele que rouba e traí seu próprio povo. Do que aquele que rouba a pensão do idoso, o remédio do doente e a comida da boca da criança. Crápulas que merecem dos seus patrícios apenas o desprezo e a mão forte da lei.

A fala agressiva, pungente faz parte das ferramentas de convencimento desta laia. Fala desorganizada, cheia de mantras, que nada diz e apenas vocifera impropérios que usam para convencer as massas incautas. Mas nunca esta fala reflete seus pensamentos, suas intenções.

Somente um Estadista reflete na fala o seu pensamento e intenções. Não é o pensamento, a escrita ou a fala que fez ou fará um Estadista. Ele, o pensamento, apenas lhe é ferramenta de utilidade pública, de mobilização nacional em prol do bem comum.

E, é no pensamento ou na falta dele, que podemos perceber a matéria de que é feito um governante. Na expressão de seu pensar e sentir, através da palavra, podemos observar a altivez de um líder, a cupidez de um oportunista ou a estupidez da mente vazia que não sabe o por quê de estar ali.
O que seria dos ingleses e do mundo sem a altivez do pensamento e da liderança ímpar de Wiston Churchill que nos brindou com máximas como: “o pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade”.
O Brasil também teve, em sua jovem história, Estadistas, oportunistas, caudilhos e Capos de quadrilhas, ladrões de casaca que vilipendiaram nosso povo.

Estes, todos, também deixaram para a história registros de seu pensar ou de sua falta de capacidade de pensar. Lembrem-se de Dilma Roussef e das…digamos, suas falas peculiares que destacavam uma inteligência ignota e um pensar ordinário.

Nos últimos tempos a sapiência e a altivez deram lugar, por treze anos, a vulgaridade, a ambição, a desfaçatez e a imoralidade. Mas o reflexo do pensamento de nossos ‘líderes nacionais’, positivos ou negativos, permite-nos separar os estadistas dos ladrões pés-de-chinelos e oportunistas.

Não raro nossos líderes são ambíguos e contraditórios no seu pensar, mas sempre deixaram neste, com clareza meridiana, registrado o seu caráter ou falta dele.

Dom Pedro I disse-nos, por exemplo, ‘Se é pelo bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao Povo que FICO’.

Seu filho, Dom Pedro II, grande Estadista, muitas vezes incompreendido, nos brindou com pensamentos dignos de um homem superior, como por exemplo: ‘Se não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro’; ou, ‘É preciso trabalhar e vejo que não se fala quase senão em política que é as mais das vezes guerra entre interesses individuais’; e, ‘A política não é para mim senão o duro cumprimento do dever’. Grande homem público expulso da Pátria pela qual deu a vida, morreu no exílio.

Na República passamos pelas contradições de Deodoro da Fonseca nosso primeiro Presidente que afirmou: ‘República no Brasil é coisa impossível porque será uma verdadeira desgraça. O único sustentáculo do Brasil é a monarquia se mal com ela, pior sem ela’.

Pela Carta de Getúlio, que com seus defeitos e virtudes foi um grande Estadista de sua época: ‘Saio da vida para entrar na história’.
Lembremo-nos de Jânio Quadros, com seu ‘Fi-lo porque qui-lo’, falsamente atribuído ao conturbado Presidente, como se esta tivesse sido a justificativa de sua renúncia. Embora falsa e gramaticalmente errada, a frase exemplifica perfeitamente o pensamento conturbado do ex-mandatário.

Conturbado, ausente, caótico são adjetivos aplicáveis ao pensamento ou a falta dele, na lavra da ex-presidente (ou ex-presidAnta, quero dizer, ex-presidenta) Dilma. São pérolas como a do: ‘Sempre que você olha uma criança, há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás, o que é algo muito importante’. Era Dilmês, a proto-língua, na veia.
E chegamos a Michel Temer, o homem que usa mesóclises. Algo como ‘…sê-lo-ia pela minha formação’. Um homem pronominal sem dúvida. No futuro seus detratores certamente dirão que houvera dito: ‘foder-vos-ei brasileiros’.
Mas não nos esqueçamos do pensamento bruto do Nove-dedos. A voz rouca vociferando impropérios ininteligíveis. Os perdigotos que banham a audiência próxima. O pensamento disforme, imoral, mal intencionado e sujo. Alegria do boquirroto apedeuta que encanta e faz delirar as plateias amestradas.

A pelegada sindical, os ladrões e oportunista da ORCRIM, as ‘muié do grelo duro’, os ‘viados do polo de exportação’, as zelites zintelectuais vibram com o discurso chulo, ausente de moral, oportunista e nulo de qualquer senso cívico e/ou crítico.

A melhor expressão do pensamento do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva pode ser vista em uma frase épica:
ENFIEM O PROCESSO NO CÚ! É a cara dele e de seus asseclas.

Vamos enfiar sim! Tudo e muito mais! No rabo deles.

Resumindo pelo pensar e falar fica claro quem foram nossos Estadistas e quem é o ladrão pé-de-chinelo. O chinelão. E pior o FDP quer voltar. POBRE BRASIL! – Este texto foi gentilmente roubado lá do Blog da Besta Fubana – As imagens não fazem  parte do texto original - 


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