segunda-feira, 17 de abril de 2017

PRIMEIRAMENTE, FORA LULA!!!

Ricardo Noblat
Quem foi Marcelo Odebrecht? O mandachuva do país durante o reinado do PT? O chefe de uma sofisticada organização criminosa? Ou o “bobo da corte” afinal preso e forçado a delatar? E Lula, quem foi? O primeiro operário a chegar ao poder? O maior líder popular da História? OU O PRESIDENTE QUE FEZ DA CORRUPÇÃO UMA POLÍTICA DE ESTADO? Marcelo será esquecido. LUIZ INÁCIO ODEBRECHT DA SILVA, JAMAIS.
Em dezembro de 1989, poucos dias após a eleição do presidente Fernando Collor de Melo, o deputado Ulysses Guimarães (PMDB-SP), ex-condestável do novo regime, almoçava no restaurante Piantella, em Brasília, quando entrou a cantora Fafá de Belém, amiga de Lula. “Como vai Lula?”, perguntou Ulysses. Fafá passara ao lado dele o domingo da sua derrota para Collor.
E contou: “Lula ficou muito chateado, mas começamos a beber e a comer, os meninos foram para a piscina e ele acabou relaxando”. Ulysses quis saber: “Tem piscina na casa de Lula?” Fafá explicou: “Tem, mas a casa é de um compadre dele, o advogado Roberto Teixeira”. Ulysses calou-se. Depois comentou com amigos: “O MAL DE LULA É QUE ELE PARECE GOSTAR DE VIVER DE OBSÉQUIOS”. NA MOSCA!
Lula viveu de obséquios. Vive. O dinheiro não o atrai. A rotina da política, tampouco. O conforto e as facilidades, sim. Terceiriza a missão de obtê-las. O PODER SEMPRE O FASCINOU. E para conquistá-lo e mantê-lo, MANDOU ÀS FAVAS TODOS OS ESCRÚPULOS QUE NÃO TINHA.
Os que o cercam em nada se surpreenderam com a figura que emerge das delações dos executivos da Odebrecht. É um pragmático, oportunista, que se revelou um farsante. Emilio, o patriarca dos Odebrecht, decifrou Lula muito antes de ele subir a rampa do Palácio do Planalto. Conquistou-o com conselhos e dinheiro. Perdeu nas vezes em que ele foi derrotado. Recuperou o que perdeu e saiu com os bolsos estufados quando Lula e Dilma governaram. Chamava-o de “chefe”. Emílio era o chefe.
Nos oito anos da presidência do EX-OPERÁRIO QUE DETESTAVA MACACÃO e sonhava com gravatas caras, o país conviveu com o Lula que pensava conhecer e, sem o saber, também com LUIZ INÁCIO ODEBRECHT DA SILVA, só conhecido por Emílio e alguns poucos. “Cuide do meu filho”, um dia Lula pediu a Emílio. Que retrucou: “Cuide do meu também”. EMÍLIO CUIDOU DE FÁBIO. LULA, DE MARCELO.
De Lula cuidaram Emílio e Marcelo, reservando-lhe uma montanha de dinheiro em conta especial para satisfazer-lhe todas as vontades. Lula retribuiu com decisões governamentais que fizeram a Odebrecht crescer muito mais do que a Microsoft em certo período. A ODEBRECHT PAGOU A LULA, E LULA PAGOU A ODEBRECHT, COM A MESMA MOEDA – RECURSOS PÚBLICOS. QUEM PERDEU COM ISSO?
A Odebrecht ganhou mais dinheiro à custa de Lula do que ele à custa dela, mas Lula foi mais esperto. CRIOU SEU PRÓPRIO BANCO, ADMINISTRADO PELA EMPREITEIRA. E quando precisava sacar, outros o faziam em seu nome. Imagina não ter deixado impressões digitais nas negociatas em que se meteu. A polícia já identificou muitas. E outras serão identificadas antes do seu depoimento em Curitiba.
Corrupção mata. Mata sonhos, esperanças, alucinações. Mata o passado, o presente e compromete o futuro. Mata também de morte morrida à falta de saneamento, hospitais, escolas, segurança pública. A impunidade mata tanto ou mais. A HORA E A VEZ SÃO DA JUSTIÇA. E ELA SERÁ JULGADA PELO QUE FIZER OU DEIXAR DE FAZER.






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